-
Warriors renovam com Draymond Green após tentativa frustrada de contratar LeBron
-
Jodar vence Fils em Washington; Cruz Hewitt conquista 1ª vitória no circuito profissional
-
Fifa quer vender ações da Copa do Mundo para investidores privados
-
EUA busca flexibilizar proteção ambiental para promover indústria espacial
-
Desabamento de shopping após terremoto no Japão deixa ao menos 2 mortos
-
Trump e Netanyahu aparam arestas em primeiro encontro desde começo da guerra
-
Keiko Fujimori assume presidência do Peru e anuncia que militares liderarão combate ao crime
-
Ativistas no Rio exigem acesso a medicamentos genéricos contra o HIV
-
Zidane, uma lenda do futebol que sabe gerir estrelas
-
Real Madrid registra receita recorde de € 1,2 bilhão
-
Manifestantes pedem eleições na Venezuela antes de diálogo entre governo e oposição
-
Keiko Fujimori toma posse como presidente no Peru com desafio de enfrentar onda de criminalidade
-
Garimpo ilegal com mercúrio polui floresta entre Suriname e Guiana francesa
-
Zelensky elogia reunião com Trump para alcançar mais apoio bélico contra Rússia
-
Zidane realiza 'um sonho' e assume comando da seleção francesa
-
Cucurella cumpre promessa e tatua rosto do técnico da Espanha
-
Real Madrid negocia com RB Leipzig contratação de Diomandé
-
Rodri inicia 'breve período de reabilitação' após cirurgia nas costas
-
Zelensky se reúne com Trump em busca de mais apoio contra a Rússia
-
Ex-funcionária acusa Petro de maus-tratos após denunciar corrupção na Colômbia
-
Roberto Mancini é o novo técnico da seleção italiana
-
Cinco bebês são encontrados mortos em residência na França
-
Empresas tentaram barrar documentário sobre últimos anos de Stan Lee, afirma diretor
-
Começa em Pequim o julgamento de recurso contra a Malaysia Airlines pelo voo desaparecido
-
A metamorfose das mulheres tatuadas à força nos Países Baixos
-
Por que as ações de tecnologia estão caindo?
-
UE exige que empresas incluam rótulo em conteúdos feitos com IA
-
Trump e Netanyahu se reúnem pela primeira vez desde o início da guerra no Oriente Médio
-
Terremoto de 7,1 graus no Japão deixa feridos e provoca desabamentos
-
Zinédine Zidane é anunciado como técnico da França
-
Bombeiros avançam na luta contra incêndios florestais na Espanha
-
Keiko Fujimori assume o governo no Peru
-
BitMart تحت الضغط: لم يتم الإفراج عن 22,000 USDT و930,000 SNC بعد مرور 48 ساعة – هل تعاني BitMart من نقص في الأموال؟
-
BitMart sob pressão: 22 000 USDT e 930 000 SNC não foram libertados após 48 horas – será que a BitMart não tem fundos suficientes?
-
BitMart под давлением: 22 000 USDT и 930 000 SNC не разблокированы по истечении 48 часов — у BitMart не хватает средств?
-
BitMart 面臨壓力:22,000 USDT 和 930,000 SNC 在 48 小時後仍未解凍——難道 BitMart 資金不足?
Pesquisas apontam vitória da oposição pró-UE nas eleições polonesas
A oposição de centro e pró-União Europeia obteve a maioria nas eleições legislativas deste domingo (15) na Polônia, derrotando os populistas e nacionalistas do Lei e Justiça (PiS), atualmente no governo, e um partido de extrema direita, segundo pesquisas de boca de urna.
O resultado destas eleições é crucial para o futuro das relações da Polônia com a União Europeia (UE) e com a vizinha Ucrânia.
Se os resultados forem confirmados, estas eleições colocam um ponto final aos oito anos de governo do PiS de Jaroslaw Kaczynski.
Os três partidos de oposição, Coalizão Cívica (KO), a Terceira Via e a Esquerda, obtiveram juntos 248 cadeiras na assembleia de 460 deputados, contra 212 assentos para o PiS e a Confederação (extrema direita).
"A Polônia venceu! Venceu a democracia! Expulsamos eles do poder [...] este é o fim do reinado do PiS", declarou Donald Tusk, presidente da Coalizão Cívica, imediatamente depois da publicação das pesquisas.
Tusk, de 66 anos, foi primeiro-ministro da Polônia entre 2007 e 2014, e presidente do Conselho Europeu de 2014 a 2019.
Durante a campanha, prometeu restabelecer as boas relações com a UE e desbloquear os fundos europeus congelados por Bruxelas devido às disputas durante os dois mandatos de governo do PiS.
Tusk também prometeu liberar o direito ao aborto, um ponto importante de desacordo com o governo do PiS, que destaca os valores católicos.
Por sua vez, o líder do PiS, Jaroslaw Kaczynski, elogiou o sucesso relativo de seu partido, que terá 200 cadeiras, mas que não se traduz em uma maioria que lhe permita formar governo.
Mas "estando no poder ou na oposição, [...] não permitiremos que a Polônia seja traída", disse.
Para Stanislaw Mocek, cientista político e presidente da Universidade Collegium Civitas, agora existe "a possibilidade de surgir um governo de oposição".
"Acho que isto é, na realidade, o fim do governo do PiS [...] Esta é uma oportunidade para reconstruir nossa posição, primeiramente na Europa", garantiu.
- 'Hora de uma mudança' -
Segundo as pesquisas de boca de urna, a taxa nacional de participação foi de 72,9%, um recorde absoluto desde a queda do comunismo em 1989. Correspondentes da AFP viram algumas seções eleitorais completamente lotadas.
Muitos eleitores manifestaram sua frustração com o governo.
"É hora de uma mudança", disse à AFP Ewa Bankowska, uma mulher de 43 anos que trabalha com finanças, enquanto votava em Halinow, nas imediações de Varsóvia.
"A economia me preocupa. Gostaria que nos desenvolvêssemos e que o governo deixasse de gastar o dinheiro que não tem", afirmou.
Por outro lado, para Dorota Zbig, uma enfermeira de 57 anos, os últimos anos do governo do PiS "foram muito bons para mim e minha família".
Para formar um governo de coalizão, é necessário que a Coalizão Cívica, a Terceira Via e a Esquerda consigam chegar a um acordo, o que não deve ser um problema, pois seus líderes já manifestaram sua vontade de estabelecer essa aliança.
"Provavelmente, vamos esperar os resultados oficiais [...], depois vamos nos sentar para discutir e, certamente, chegaremos a um acordo", garantiu Tusk.
Durante a campanha, o PiS comprometeu-se a continuar com sua polêmica reforma do sistema judicial que, segundo o partido, tem como objetivo erradicar a corrupção, mas que a União Europeia considera um ataque à democracia.
A campanha esteve marcada por violentos ataques pessoais contra Tusk por parte da situação, que o acusa de representar os interesses de Berlim, Moscou e Bruxelas.
Kiev e seus aliados ocidentais acompanham de perto estas eleições, após a vitória recente na Eslováquia de um governo hostil à ajuda à Ucrânia.
A Polônia é um dos principais defensores da Ucrânia e acolheu em seu território um milhão de refugiados ucranianos, mas o cansaço com o conflito cresce entre os poloneses.
Recentemente, o governo comandado pelo PiS entrou em rota de colisão com Kiev, ao proibir a importação de grãos ucranianos, sob o argumento de que a medida era necessária para proteger os agricultores poloneses.
R.Adler--BTB