-
Parlamento da Ucrânia aprova Sergiy Koretsky como novo primeiro-ministro
-
Ator Sam Neill morreu vítima de pneumonia, afirma agente
-
EUA e Irã prosseguem com ataques e trégua está cada vez mais distante
-
Estados Unidos anunciam nova tarifa de 25% sobre produtos do Brasil, que promete acionar lei de reciprocidade
-
Messi mostra que ainda tem muito a dizer na Copa do Mundo
-
Keiko Fujimori propõe 'reconciliação' após década de instabilidade política
-
Imprensa argentina destaca vitória em 'duelo histórico' contra Inglaterra
-
Argentinos lotam as ruas após vitória sobre a Inglaterra em semifinal histórica
-
Guerra entre Irã e EUA se intensifica e trânsito de Ormuz fica paralisado
-
Nos pubs de Londres, da euforia à desolação em sete minutos
-
'É uma loucura jogar duas finais de Copa seguidas', diz Messi após vitória da Argentina
-
Jogadores da Argentina comemoram vitória com faixa reivindicando Ilhas Malvinas
-
'Continuem acreditando', pede Giuliano Simeone aos torcedores argentinos
-
'Não me arrependo', diz Tuchel sobre postura da Inglaterra contra Argentina
-
'Jogamos com a faca nos dentes', diz 'Dibu' Martínez após vitória sobre a Inglaterra
-
'Cair nesta fase é devastador', reconhece Kane
-
'Sonhei com isso', diz Lautaro Martínez sobre gol da vitória da Argentina
-
'Este grupo não para de me surpreender', diz Scaloni após vitória sobre a Inglaterra
-
Argentina vence Inglaterra de virada (2-1) e vai enfrentar Espanha na final da Copa do Mundo
-
Número de mortos por terremotos na Venezuela passa de 4.800
-
Anistia Internacional denuncia centenas de mortes em prisões de El Salvador
-
Alcaraz deve voltar às quadras em meados de agosto, em Cincinnati
-
Zelensky apoia diretor da Naftogaz para cargo de primeiro-ministro
-
França aprova direito à morte assistida após anos de debates
-
Republicanos apresentam plano de gastos antes das eleições de novembro nos EUA
-
Fifa defende árbitro da semifinal da Copa após críticas de Deschamps
-
Técnico francês Sébastien Migné deixa Haiti e assume seleção do Gabão
-
CEO do Bayer Leverkusen aponta 'problemas estruturais' após decepção da Alemanha na Copa
-
Trump diz que ICE manterá fiscalizações nas estradas
-
Guerra entre Irã e EUA se intensifica com bombardeios e fechamento de Ormuz
-
Mais que uma seleção, Espanha constrói uma 'equipe' para chegar à final da Copa
-
Mulheres denunciam ex-dirigente de agência de modelos Elite por estupro
-
Cidade natal de Bellingham celebra estrela da seleção inglesa
-
Até 45% dos riscos de demência poderiam ser prevenidos ou adiados, afirma OMS
-
Starmer se despede em clima descontraído e promete apoio a sucessor
-
Imprensa espanhola celebra classificação da 'Roja' à final
-
Ateliê de moda passa a confeccionar bolsas mortuárias após terremotos na Venezuela
-
Ebola se alastra pela República Democrática do Congo
-
Argentina e Inglaterra reacendem rivalidade para enfrentar Espanha na final da Copa
-
Quênia nega aos rastafáris o direito de fumar maconha por motivos religiosos
-
Biden anuncia livro de memórias e afirma que tratamento contra o câncer vai 'muito bem'
-
Cuba restabelece eletricidade após terceiro apagão geral em menos de dez dias
-
Guerra entre Irã e EUA se intensifica
-
China acaba com 'namorados' e amizades criados por IA
-
Fim da fronteira fecha 'ferida aberta' entre Espanha e Gibraltar, diz Pedro Sánchez
Famílias de vítimas do 7 de Outubro processam agência da ONU por ajuda ao Hamas
Familiares de vítimas dos ataques de 7 de outubro do Hamas a Israel processaram, nesta segunda-feira (24), a agência da ONU para os refugiados palestinos, alegando que ela facilitou o massacre sem precedentes, segundo documentos da Justiça.
A UNRWA, que coordena praticamente toda a ajuda à Faixa de Gaza, está na mira de Israel desde janeiro, quando alguns de seus 13 mil funcionários foram acusados de participação nos ataques, que deixaram 1.195 mortos, segundo um balanço da AFP com base em dados oficiais de Israel.
A acusação levou vários governos, entre eles o dos Estados Unidos, a suspender seus pagamentos à agência, ameaçando os esforços para entregar ajuda à Faixa de Gaza, embora vários deles tenham retomado o financiamento.
Segundo os demandantes, a UNRWA e diretores da agência incluídos no processo "passaram mais de uma década antes do 7 de Outubro ajudando o Hamas a organizar a infraestrutura terrorista e as pessoas necessárias para realizar" o atentado.
A organização da ONU "proporcionou conscientemente ao Hamas os dólares em dinheiro necessários para pagar contrabandistas de armas, explosivos e outros materiais terroristas", segundo os demandantes.
Uma investigação independente liderada pela ex-chanceler da França Catherine Colonna identificou problemas de "neutralidade" envolvendo funcionários da agência, mas concluiu que Israel não havia apresentado provas de suas acusações.
O chefe da UNRWA, Philippe Lazzarini, um dos demandados, disse que Israel "tem que encerrar sua campanha contra" a agência. "A guerra na Faixa de Gaza produziu um desprezo flagrante pela missão da ONU, incluindo ataques ultrajantes a funcionários, instalações e operações", ressaltou, em editorial publicado no mês passado pelo jornal New York Times.
O processo foi movido em Nova York porque a UNRWA usa os serviços bancários da cidade, alegam os advogados dos demandantes, representados por dois escritórios de advocacia, um de Nova York e outro de Chicago.
"Praticamente todo o dinheiro que a UNRWA gastou para ajudar o Hamas a montar sua infraestrutura terrorista na Faixa de Gaza era procedente de uma conta em Nova York do banco JPMorgan Chase, que chegou a ela como resultado das viagens que os acusados fizeram a Nova York para solicitá-lo aos doadores", detalharam os advogados.
A UNRWA não respondeu ao contato feito pela AFP.
A.Gasser--BTB