-
Irã vai enterrar Khamenei em sua cidade natal, em meio a ataques dos EUA
-
Número de mortos em terremotos na Venezuela sobe para 3.811
-
Juiz ordena pagamento de US$ 5 milhões a mulher que acusou Trump de agressão sexual
-
Meta vai construir centro de dados de US$ 9 bilhões no Canadá
-
EUA volta a atacar Irã após Trump prometer forte retaliação
-
EUA retirará Síria da lista de Estados patrocinadores do terrorismo
-
PSG e Atlético de Madrid chegam a acordo para transferência do meia sul-coreano Lee Kang-in
-
"La cuarta estrella": Argentina já tem seu novo hino na Copa de 2026
-
Líbano pede retirada israelense de zonas-piloto como condição para negociar
-
Chelsea oficializa contratação do atacante português Geovany Quenda
-
Diretora do FMI visitará a Argentina em apoio ao governo Milei
-
Starmer diz que Erdogan presenteou líderes da Otan com pistolas
-
Ex-comandante é condenado por naufrágio mortal de submarino argentino
-
Atacante brasileiro Emersonn deixa Toulouse para jogar no Ipswich, da Premier League
-
Rafael Márquez é anunciado como novo técnico da seleção mexicana
-
Marrocos, o duro obstáculo da França em sua luta para chegar às semifinais da Copa do Mundo
-
Trump dá trégua por encerrada e alerta que atacará Irã 'com muita força esta noite'
-
Robert Wun, o criativo de Hong Kong que brilha nos tapetes vermelhos e na alta-costura
-
London City Lionnesses confirma contratação de Alexia Putellas
-
ONG FairSquare apresentará denúncia contra Infantino ao COI
-
Arthur Féry, 114º do mundo, vence Cobolli e vai às semifinais de Wimbledon
-
Zverev vence Fritz e vai enfrentar Féry nas semifinais de Wimbledon
-
'The Pitt' e 'Hacks' lideram indicações ao Emmy
-
Trump modera o tom e joga cartada da unidade com aliados da Otan
-
ONU busca mais recursos para Venezuela, que pede liberação de ativos congelados
-
Oito seleções em busca da glória na Copa do Mundo de 2026
-
Trump alerta que atacará Irã 'com muita força esta noite'
-
Kostyuk e Nosková se enfrentarão nas semifinais de Wimbledon
-
Técnico da Croácia Zlatko Dalic pede demissão após nove anos no cargo
-
FMI reduz previsão de crescimento global para 3% em 2026
-
Egito pede exclusão de árbitro que apitou partida contra a Argentina
-
Copa do Mundo tem dia de pausa antes das quartas de final na quinta-feira
-
Le Pen lança campanha presidencial apesar de condenação
-
Venezuelanos enfrentam pesadelo de perder suas casas pelos terremotos
-
Apple perde recurso contra regulação digital europeia
-
Trump dá por encerrada trégua com Irã após ataques cruzados
-
Trump critica duramente aliados no início da reunião da Otan
-
OpenAI lançará na quinta-feira sua nova série de modelos de IA
-
Trump afirma que está 'muito irritado' com a Otan e distrubui críticas
-
Trump diz que cessar-fogo com o Irã 'acabou'
-
Cidades sagradas do Iraque recebem cortejo fúnebre do líder iraniano Khamenei
Alemanha vota sob pressão da extrema direita e de Trump
Os alemães comparecem às urnas neste domingo (23) para eleições parlamentares nas quais a oposição conservadora é a grande favorita, após uma campanha abalada pelo retorno de Donald Trump ao poder nos Estados Unidos e pela ascensão da extrema direita.
As eleições renovarão os representantes legislativos da maior potência econômica europeia. O novo governo deverá enfrentar os desafios que abalam o modelo de prosperidade do país e preocupam a população.
O próximo governo enfrentará uma recessão econômica, as ameaças de uma guerra comercial com Washington, assim como as dúvidas sobre o "guarda-chuva" americano com o qual Berlim contava para garantir sua segurança.
"É o destino da Alemanha que está em jogo", declarou no sábado o líder do partido conservador CDU/CSU, Friedrich Merz.
Mais de 59 milhões de alemães estão registrados para votar até as 18H00 (14H00 de Brasília), horário em que devem ser divulgadas as primeiras estimativas das pesquisas de boca de urna.
Merz, um ex-advogado empresarial de 69 anos, é o favorito para suceder o atual chefe de Governo, o social-democrata Olaf Scholz.
As últimas pesquisas mostraram que a CDU/CSU tem quase 30% das intenções de voto, o que significa que Merz precisará de uma aliança com pelo menos outro partido para formar o governo.
- Clima tenso -
Friedrich Merz descartou a possibilidade de governar em aliança com o partido de extrema direita Alternativa para Alemanha (AfD), que pode ter o dobro do apoio obtido nas eleições legislativas anteriores e alcançar quase 20% dos votos.
O partido anti-imigração e pró-Rússia conseguiu impor seus temas durante a campanha, que aconteceu em um clima tenso, marcado por vários ataques fatais executados nas últimas semanas por estrangeiros no país.
Na sexta-feira, um sírio de 19 anos, que queria "matar judeus" segundo as autoridades, feriu um turista espanhol no Memorial do Holocausto em Berlim.
A campanha também foi influenciada pelas ordens executivas e declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assim como pela interferência de seu entorno a favor da extrema direita.
O vice-presidente americano, JD Vance, e o bilionário Elon Musk, assessor de Trump, apoiaram a AfD e aumentaram a visibilidade do partido de extrema direita.
"AfD!", voltou a postar Musk no sábado à noite, em uma mensagem acompanhada de bandeiras da Alemanha.
Christian, um engenheiro de 49 anos, participou no sábado de um comício da AfD, afirmou que a líder do partido, Alice Weidel, é "uma mulher de coragem que fala sobre temas ignorados pelos outros partidos".
As eleições antecipadas acontecem na véspera do terceiro aniversário da invasão russa da Ucrânia, que provocou um choque na Alemanha.
O conflito acabou com o fornecimento de gás russo e o país abrigou mais de um milhão de ucranianos. A perspectiva de uma paz estabelecida com um acordo negociado entre Estados Unidos e a Rússia, sem a participação da Ucrânia e dos europeus, é outra preocupação.
- Incerteza -
Segundo as pesquisas, as diferentes forças políticas alemãs precisarão formar uma coalizão para governar, o que pode levar semanas ou meses para ser concretizado.
Para isso, o bloco conservador CDU/CSU, que descartou uma aliança com a AfD apesar de uma aproximação parlamentar durante a campanha na questão migratória, deverá procurar o Partido Social-Democrata (SPD).
O partido do chanceler Scholz está em terceiro lugar nas pesquisas, com 15% das intenções de votos, o que representaria seu pior resultado do pós-guerra e, provavelmente, representaria o fim da carreira política do atual chefe de Governo.
Mas antes, Scholz terá que organizar a transição.
"Espero que a formação do governo esteja concluída até a Páscoa", ou seja, 20 de abril, disse Friedrich Merz, um objetivo difícil de alcançar caso os dois partidos sejam obrigados a buscar um terceiro aliado para o Executivo.
M.Ouellet--BTB