-
Meta vai construir centro de dados de US$ 9 bilhões no Canadá
-
EUA volta a atacar Irã após Trump prometer forte retaliação
-
EUA retirará Síria da lista de Estados patrocinadores do terrorismo
-
PSG e Atlético de Madrid chegam a acordo para transferência do meia sul-coreano Lee Kang-in
-
"La cuarta estrella": Argentina já tem seu novo hino na Copa de 2026
-
Líbano pede retirada israelense de zonas-piloto como condição para negociar
-
Chelsea oficializa contratação do atacante português Geovany Quenda
-
Diretora do FMI visitará a Argentina em apoio ao governo Milei
-
Starmer diz que Erdogan presenteou líderes da Otan com pistolas
-
Ex-comandante é condenado por naufrágio mortal de submarino argentino
-
Atacante brasileiro Emersonn deixa Toulouse para jogar no Ipswich, da Premier League
-
Rafael Márquez é anunciado como novo técnico da seleção mexicana
-
Marrocos, o duro obstáculo da França em sua luta para chegar às semifinais da Copa do Mundo
-
Trump dá trégua por encerrada e alerta que atacará Irã 'com muita força esta noite'
-
Robert Wun, o criativo de Hong Kong que brilha nos tapetes vermelhos e na alta-costura
-
London City Lionnesses confirma contratação de Alexia Putellas
-
ONG FairSquare apresentará denúncia contra Infantino ao COI
-
Arthur Féry, 114º do mundo, vence Cobolli e vai às semifinais de Wimbledon
-
Zverev vence Fritz e vai enfrentar Féry nas semifinais de Wimbledon
-
'The Pitt' e 'Hacks' lideram indicações ao Emmy
-
Trump modera o tom e joga cartada da unidade com aliados da Otan
-
ONU busca mais recursos para Venezuela, que pede liberação de ativos congelados
-
Oito seleções em busca da glória na Copa do Mundo de 2026
-
Trump alerta que atacará Irã 'com muita força esta noite'
-
Kostyuk e Nosková se enfrentarão nas semifinais de Wimbledon
-
Técnico da Croácia Zlatko Dalic pede demissão após nove anos no cargo
-
FMI reduz previsão de crescimento global para 3% em 2026
-
Egito pede exclusão de árbitro que apitou partida contra a Argentina
-
Copa do Mundo tem dia de pausa antes das quartas de final na quinta-feira
-
Le Pen lança campanha presidencial apesar de condenação
-
Venezuelanos enfrentam pesadelo de perder suas casas pelos terremotos
-
Apple perde recurso contra regulação digital europeia
-
Trump dá por encerrada trégua com Irã após ataques cruzados
-
Trump critica duramente aliados no início da reunião da Otan
-
OpenAI lançará na quinta-feira sua nova série de modelos de IA
-
Trump afirma que está 'muito irritado' com a Otan e distrubui críticas
-
Trump diz que cessar-fogo com o Irã 'acabou'
-
Cidades sagradas do Iraque recebem cortejo fúnebre do líder iraniano Khamenei
-
Exército dos EUA ataca mais de 80 alvos do Irã
-
Última etapa do funeral do ex-líder iraniano Khamenei é realizada no Iraque
-
Alvaro Arbeloa, ex-treinador do Real Madrid, é nomeado técnico do Fulham
-
Mulheres acusam arcebispo de Rabat de violência sexual
-
Argentina 'não é invencível', diz técnico da Suíça, adversária nas quartas de final da Copa
-
Griezmann vive seu 'sonho' americano com ida para o Orlando City
-
Suíça vence Colômbia nos pênaltis e vai enfrentar Argentina nas quartas de final da Copa
-
Presidente eleito da Colômbia acusa Petro de querer dar 'golpe de Estado'
Autoridade Palestina se dispõe a assumir papel em Gaza
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, afirmou nesta terça-feira (4) que a Autoridade Palestina está disposta a ter um papel em Gaza depois da guerra, no âmbito de um plano apresentado pelo Egito como alternativa ao de Donald Trump, que prevê que os Estados Unidos assumam o controle do território.
Os dirigentes da Liga Árabe se reuniram nesta terça no Cairo para conversar sobre a reconstrução da Faixa de Gaza, destruída após 15 meses de guerra, onde Israel prometeu eliminar o Hamas e descartou qualquer papel eventual da Autoridade Palestina.
O Egito apresentou um plano de 53 bilhões de dólares (R$ 310 bilhões) para reconstruir a Faixa no prazo de cinco anos, um período equivalente ao da ONU, segundo um projeto ao qual a AFP teve acesso.
O presidente egípcio, Abdel Fattah al Sissi, declarou que o plano garantiria que os 2,4 milhões de cidadãos de Gaza possam permanecer em suas terras, enquanto a iniciativa de Trump prevê sua expulsão para Egito e Jordânia para transformar Gaza na "Riviera do Oriente Médio".
O movimento islamista se apoderou do território em 2007, depois de expulsar a Autoridade Palestina dirigida por Abbas, que governa apenas, e com limitações, a Cisjordânia ocupada.
"O Estado da Palestina assumirá sua responsabilidade na Faixa de Gaza através de suas instituições governamentais e um comitê de trabalho foi formado com esse fim", afirmou o líder palestino perante a cúpula.
- Permanecer 'em suas terras' -
O presidente palestino, no cargo desde 2005, disse que está disposto a organizar eleições presidenciais e legislativas nos Territórios Palestinos "no próximo ano", se "houver condições apropriadas".
O líder egípcio Sissi disse nesta terça que seu plano é manter os palestinos "em suas terras" e assegurou que Trump é "capaz de conseguir a paz" na região.
O plano egípcio prevê reconstruir Gaza e criar um fundo supervisionado a nível internacional para garantir "a sustentabilidade do financiamento", bem como sua "transparência".
A primeira fase, de seis meses, vai se concentrar em recolher os escombros, retirar minas e explosivos, e criar habitações temporárias para mais de 1,5 milhão de pessoas.
Depois viriam outras duas fases de reconstrução, a primeira para criar infraestruturas básicas e habitações permanentes, e a segunda para construir um porto comercial e um aeroporto, entre outros.
No longo prazo, o plano prevê que a Autoridade Palestina, cuja sede fica na Cisjordânia ocupada, se encarregue do governo da Faixa com possível presença internacional.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, que esteve na cúpula, afirmou que a ONU "apoia firmemente" o plano árabe.
- 'Desmilitarização total' -
A cúpula da Liga Árabe no Cairo na terça-feira coincide com o impasse nas negociações entre o Hamas e Israel sobre os próximos estágios do cessar-fogo que começou em 19 de janeiro em Gaza.
A primeira fase da trégua terminou no último fim de semana e, para passar para a segunda fase, que em teoria deveria levar a um cessar-fogo permanente, o ministro israelense das Relações Exteriores, Gideon Saar, exigiu a "desmilitarização total" de Gaza, a saída do Hamas do território e a devolução dos reféns sequestrados durante o ataque de 7 de outubro de 2023 em território israelense que desencadeou a guerra.
O Hamas rejeitou imediatamente essas condições, enquanto Israel anunciou a suspensão da entrada de produtos e suprimentos no território palestino.
"As armas da resistência são uma linha-vermelha [...], uma questão não negociável", declarou nesta terça à AFP um dos chefes do grupo, Sami Abu Zuhri. "Qualquer conversa sobre a deportação dos combatentes da resistência ou de nosso povo será rechaçada" de antemão, acreacentou.
O ataque de 7 de outubro de 2023 deixou 1.218 pessoas mortas no lado israelense, a maioria delas civis, de acordo com uma contagem baseada em dados oficiais e incluindo reféns mortos ou mortos em cativeiro.
A resposta do Exército israelense causou pelo menos 48.397 mortes em Gaza, a maioria civis, de acordo com dados do Ministério da Saúde do Hamas considerados confiáveis pela ONU.
K.Brown--BTB