-
Cidades sagradas do Iraque recebem cortejo fúnebre do líder iraniano Khamenei
-
Exército dos EUA ataca mais de 80 alvos do Irã
-
Última etapa do funeral do ex-líder iraniano Khamenei é realizada no Iraque
-
Alvaro Arbeloa, ex-treinador do Real Madrid, é nomeado técnico do Fulham
-
Mulheres acusam arcebispo de Rabat de violência sexual
-
Argentina 'não é invencível', diz técnico da Suíça, adversária nas quartas de final da Copa
-
Griezmann vive seu 'sonho' americano com ida para o Orlando City
-
Suíça vence Colômbia nos pênaltis e vai enfrentar Argentina nas quartas de final da Copa
-
Presidente eleito da Colômbia acusa Petro de querer dar 'golpe de Estado'
-
Djokovic sofre, mas vence Auger-Aliassime e vai enfrentar Sinner nas semis de Wimbledon
-
Principal aeroporto da Venezuela vai retomar voos comerciais, informa presidente
-
Lesionado, Onana vai desfalcar a Bélgica no restante da Copa do Mundo
-
'Foi felicidade e alívio', diz Messi após virada da Argentina
-
Parreira passa por traqueostomia e segue em estado grave, diz hospital
-
Cuba, sem combustível, restabelece gradualmente rede elétrica após apagão
-
Meio de campo: a grande batalha entre França e Marrocos
-
Blazy cria coleção de conto de fadas para alta-costura da Chanel
-
'Este grupo nunca desiste', diz Messi após virada da Argentina
-
Várias mulheres acusam arcebispo de Rabat de violência sexual
-
Técnico do Egito critica arbitragem 'injusta' após eliminação para Argentina
-
Seleção belga zomba de Trump após eliminar os Estados Unidos
-
Le Pen anuncia candidatura à Presidência da França, apesar de condenação
-
Jogadores egípcios lamentam derrota para Argentina em jogo que tinham 'nas mãos'
-
Viemos 'para vencer a Copa novamente', diz Enzo Fernández após virada da Argentina sobre o Egito
-
Restos do ex-líder iraniano Khamenei chegam ao Iraque para procissão por santuários xiitas
-
Presidente eleito da Colômbia, de la Espriella, acusa Petro de querer dar 'golpe de Estado'
-
Argentina vence Egito de virada (3-2) e vai às quartas da Copa do Mundo
-
Trump destaca 'química' com Erdogan na abertura da cúpula da Otan
-
Senadora paraguaia ameaça processar Mbappé por violência de gênero
-
Mais de 180 horas debaixo da terra, o resgate de um sobrevivente na Venezuela
-
Principal aeroporto da Venezuela retomará voos comerciais 'em breve' após terremotos
-
Kane pede calma à Inglaterra após vitória heroica sobre o México
-
Zverev vence jogo adiado e vai às quartas de final de Wimbledon
-
Ruas de Nova York são fechadas após falha estrutural em arranha-céu
-
Trump se vangloria de sua 'química' com Erdogan no início da cúpula da Otan
-
ONU expressa apoio a Mbappé após declarações 'desprezíveis' de senadora paraguaia
-
Presidente eleito da Colômbia suspende transição com governo Petro
-
COI reintegra atletas russos sem bandeira ou hino
-
Paris FC anuncia Liam Rosenior como novo técnico
-
Sinner vence Struff e avança à semifinal de Wimbledon
-
Le Pen mantém suspense sobre candidatura à presidência da França após condenação
-
Príncipe Harry e Elton John perdem processo contra o Daily Mail
-
Líder de partido anti-imigração britânico renuncia para forçar eleição parcial
-
Cortejo fúnebre de Khamenei inicia sua jornada rumo ao Iraque
-
Candidatura de Le Pen à presidência da França fica em risco após condenação
-
Argentina e Colômbia tentam garantir presença sul-americana nas quartas de final da Copa
-
Como os EUA usam ameaças e dólares para expulsar migrantes para a África
-
Blazy cria coleção de conto de fadas para a alta-costura da Chanel
-
Canal da Morte: o depósito de cadáveres que reflete a violência no Equador
-
Otan anuncia contratos de armamento para apaziguar Trump durante reunião de cúpula
Tarifas alfandegárias dos EUA, uma catástrofe para os fabricantes alemães
O aumento de tarifas alfandegárias sobre carros importados nos Estados Unidos representa uma catástrofe para muitos fabricantes europeus, especialmente os alemães, que obtêm grande parte de seus lucros no país.
Os Estados Unidos são um "mercado-chave" para a indústria automotiva europeia, que exportou quase 750.000 carros em 2024, no valor de 38,5 bilhões de euros (238 bilhões de reais), segundo a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA).
Novas tarifas de 25% sobre "todos os veículos não fabricados nos Estados Unidos" entrarão em vigor em 2 de abril, anunciou o presidente Donald Trump na quarta-feira.
Segundo uma análise da consultoria Kearney, elas podem "rapidamente levar a perdas de vários bilhões de euros e colocar em risco até 25.000 empregos na Europa".
- Volkswagen, BMW, Mercedes -
A decisão do governo Trump afeta particularmente os fabricantes alemães, que respondem por quase dois terços das exportações europeias.
Volkswagen, BMW e Mercedes já divulgaram resultados financeiros decepcionantes em 2024, com lucros em queda, particularmente afetados pela desaceleração de suas vendas na China.
Se confirmado, o aumento de tarifas pode reduzir as vendas nos Estados Unidos à metade, segundo a consultoria Capital Economics.
Isso seria "um sinal fatal para o livre comércio", disse a federação alemã de fabricantes de automóveis em um comunicado.
Audi e Porsche, marcas de luxo da Volkswagen, fabricam seus modelos fora dos Estados Unidos. O grupo poderia transferir a produção de algumas delas para fábricas de outras marcas, mas isso levará tempo.
A BMW e a Mercedes exportam sedãs da Europa, mas também têm fábricas locais (no Alabama e na Carolina do Sul) onde produzem modelos 4x4, os favoritos dos americanos, como o BMW X5 e o Mercedes GLE.
Isso permitiria que evitassem algumas tarifas sobre suas vendas nos Estados Unidos, mas exportar esses modelos 4x4 para outros países poderia se tornar menos lucrativo se esses países adotarem represálias aumentando suas tarifas.
Para a BMW, um conflito comercial "não seria benéfico", disse a empresa sediada em Munique em um comunicado nesta quinta-feira, pedindo que a Europa e os Estados Unidos evitem "uma espiral de isolamento e barreiras comerciais".
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, declarou nesta quinta-feira que a Europa agirá "com sensatez, com calma, mas não de joelhos".
- Stellantis, Volvo -
O Stellantis, o quinto maior fabricante do mundo, está localizado entre a Europa e os Estados Unidos: gera a maior parte de suas vendas na Europa, mas a maior parte de seus lucros na América do Norte, com suas marcas Jeep, Dodge e Ram.
O grupo tem muitas fábricas no México e no Canadá, que serão severamente afetadas pelas tarifas impostas a esses dois países.
No entanto, o Stellantis está menos exposto ao conflito comercial porque exporta apenas alguns Jeeps fabricados nos EUA e importa apenas alguns Fiats, Alfa Romeos e Maseratis para os Estados Unidos.
A sueco-chinesa Volvo, cujos modelos 4x4 vendem muito bem nos Estados Unidos, também tem uma fábrica na Carolina do Sul desde 2015 e poderia "transferir a produção ou até mesmo realocar fornecedores para diferentes partes do mundo", disse seu presidente, Jim Rowan, em fevereiro.
H.Seidel--BTB