-
Suíça vence Colômbia nos pênaltis e vai enfrentar Argentina nas quartas de final da Copa
-
Presidente eleito da Colômbia acusa Petro de querer dar 'golpe de Estado'
-
Djokovic sofre, mas vence Auger-Aliassime e vai enfrentar Sinner nas semis de Wimbledon
-
Principal aeroporto da Venezuela vai retomar voos comerciais, informa presidente
-
Lesionado, Onana vai desfalcar a Bélgica no restante da Copa do Mundo
-
'Foi felicidade e alívio', diz Messi após virada da Argentina
-
Parreira passa por traqueostomia e segue em estado grave, diz hospital
-
Cuba, sem combustível, restabelece gradualmente rede elétrica após apagão
-
Meio de campo: a grande batalha entre França e Marrocos
-
Blazy cria coleção de conto de fadas para alta-costura da Chanel
-
'Este grupo nunca desiste', diz Messi após virada da Argentina
-
Várias mulheres acusam arcebispo de Rabat de violência sexual
-
Técnico do Egito critica arbitragem 'injusta' após eliminação para Argentina
-
Seleção belga zomba de Trump após eliminar os Estados Unidos
-
Le Pen anuncia candidatura à Presidência da França, apesar de condenação
-
Jogadores egípcios lamentam derrota para Argentina em jogo que tinham 'nas mãos'
-
Viemos 'para vencer a Copa novamente', diz Enzo Fernández após virada da Argentina sobre o Egito
-
Restos do ex-líder iraniano Khamenei chegam ao Iraque para procissão por santuários xiitas
-
Presidente eleito da Colômbia, de la Espriella, acusa Petro de querer dar 'golpe de Estado'
-
Argentina vence Egito de virada (3-2) e vai às quartas da Copa do Mundo
-
Trump destaca 'química' com Erdogan na abertura da cúpula da Otan
-
Senadora paraguaia ameaça processar Mbappé por violência de gênero
-
Mais de 180 horas debaixo da terra, o resgate de um sobrevivente na Venezuela
-
Principal aeroporto da Venezuela retomará voos comerciais 'em breve' após terremotos
-
Kane pede calma à Inglaterra após vitória heroica sobre o México
-
Zverev vence jogo adiado e vai às quartas de final de Wimbledon
-
Ruas de Nova York são fechadas após falha estrutural em arranha-céu
-
Trump se vangloria de sua 'química' com Erdogan no início da cúpula da Otan
-
ONU expressa apoio a Mbappé após declarações 'desprezíveis' de senadora paraguaia
-
Presidente eleito da Colômbia suspende transição com governo Petro
-
COI reintegra atletas russos sem bandeira ou hino
-
Paris FC anuncia Liam Rosenior como novo técnico
-
Sinner vence Struff e avança à semifinal de Wimbledon
-
Le Pen mantém suspense sobre candidatura à presidência da França após condenação
-
Príncipe Harry e Elton John perdem processo contra o Daily Mail
-
Líder de partido anti-imigração britânico renuncia para forçar eleição parcial
-
Cortejo fúnebre de Khamenei inicia sua jornada rumo ao Iraque
-
Candidatura de Le Pen à presidência da França fica em risco após condenação
-
Argentina e Colômbia tentam garantir presença sul-americana nas quartas de final da Copa
-
Como os EUA usam ameaças e dólares para expulsar migrantes para a África
-
Blazy cria coleção de conto de fadas para a alta-costura da Chanel
-
Canal da Morte: o depósito de cadáveres que reflete a violência no Equador
-
Otan anuncia contratos de armamento para apaziguar Trump durante reunião de cúpula
-
Democratas pressionam candidato ao Senado a desistir após acusação de agressão sexual
-
Cuba restabelece progressivamente energia após terceiro apagão nacional em seis meses
-
Dois atentados abalam Damasco durante visita de Macron à Síria
-
Anfitriões se despedem nas oitavas da Copa de 2026, entre os piores desempenhos da história
-
"O futebol pode ser cruel", lamenta Tyler Adams após eliminação dos EUA diante da Bélgica
-
Cuba tenta restabelecer energia apesar de embargo petroleiro dos EUA
-
Infantino condena declarações racistas contra Kylian Mbappé
Irã afirma que é possível chegar a acordo nuclear se EUA mostrarem boa vontade
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou nesta terça-feira (8) que um acordo com os Estados Unidos sobre o programa nuclear iraniano é possível se Washington mostrar boa vontade nas conversações previstas para este fim de semana em Omã.
"Se a outra parte tiver a vontade necessária e suficiente, é possível alcançar um acordo. É tanto uma oportunidade como um teste. A bola está no campo dos Estados Unidos", destacou o chanceler iraniano no X.
O "objetivo principal" de Teerã é que as sanções sejam suspensas, acrescentou. Sua reimposição por parte de Donald Trump em 2018 representou um um duro golpe na economia iraniana.
O presidente dos Estados Unidos anunciou surpreendentemente que sua administração inciaria conversações com o Irã durante uma reunião na Casa Branca na segunda-feira com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, cujo país é inimigo de Teerã.
Trump detalhou que as conversações seriam "diretas", mas Araghchi insiste que suas negociações com o enviado dos EUA para o Oriente Médio, Steve Witkoff, no sábado no Sultanato de Omã, serão "indiretas".
"Não aceitaremos nenhum outro formato de negociação", declarou Araghchi a meios oficiais. "O formato das negociações não é o mais importante na minha opinião. O que realmente importa é a eficácia ou não das conversações", destacou.
"Se a outra parte mostrar a vontade necessária, é possível chegar a um acordo. A bola está no campo dos Estados Unidos", insistiu.
- Grande perigo -
Na segunda-feira, no Salão Oval, Trump afirmou ter esperanças de chegar a um acordo com Teerã, mas alertou que a República Islâmica estaria em "grande perigo" se as negociações fracassarem.
O anúncio ocorre depois que o Irã rejeitou negociações diretas sobre um novo acordo para limitar as atividades nucleares do país, qualificando a ideia de inútil.
O presidente americano se retirou do último acordo de 2018, durante seu primeiro mandato, e existe uma grande especulação de que Israel - possivelmente com a ajuda dos EUA - poderia atacar instalações iranianas se um novo acordo não for alcançado. As potências ocidentais, lideradas por Washington, acusam o Irã de querer fabricar armas atômicas. Teerã, contudo, rejeita as acusações e afirma que seu programa nuclear é apenas para fins civis.
No mês passado, Trump enviou uma carta aos líderes iranianos pedindo negociações sobre seu programa nuclear. Mas, ao mesmo tempo, ameaçou bombardear o Irã se a diplomacia fracassar e impôs sanções adicionais contra seu setor petrolífero.
O Irã não busca ter armas atômicas, mas "não terá outra opção" a não ser fazer isso, caso os Estados Unidos o ataquem, alertou na segunda Ali Larinkhani, um conselheiro do líder supremo da República Islâmica, o aiatolá Ali Khamenei.
Irã e Estados Unidos, estreitos aliados durante a monarquia dos Pahlavi, não mantêm relações diplomáticas desde 1980, um ano depois da Revolução Islâmica.
Os dois países trocam informações indiretamente através da embaixada suíça em Teerã.
O sultanato de Omã e o Catar já desempenharam um papel de mediador no passado.
O.Lorenz--BTB