-
Espanha vence (1-0), passa em primeiro do grupo e elimina Uruguai da Copa
-
EUA e Irã trocam ataques após ação contra navio em Ormuz
-
Cabo Verde empata (0-0) com Arábia Saudita e vai enfrentar Argentina nos 16-avos da Copa
-
Muslera decidiu não jogar 2º tempo após falha que eliminou Uruguai da Copa, diz Bielsa
-
Inglaterra, Portugal, Gana, Egito e Paraguai se garantem nos 16-avos da Copa
-
Duplo terremoto deixa quase mil mortos e mais de 50 mil desaparecidos na Venezuela
-
Já classificada, Argentina poupará Messi contra a Jordânia
-
Hervé Renard diz que está 'livre para escolher' próximo projeto após fracasso da Tunísia na Copa
-
Técnico da Jordânia diz que não teme Argentina de Messi: 'Estamos muito motivados'
-
Gonçalo Ramos, da seleção portuguesa, deve deixar PSG para jogar no Milan
-
Messi começará no banco contra a Jordânia, confirma Scaloni
-
Técnico da Áustria descarta conspiração antes da partida contra a Argélia
-
Crimeia declara 'emergência' em meio a ataques da Ucrânia
-
Técnico de Gana critica VAR por pênalti não marcado contra Inglaterra
-
Técnico da Colômbia quer que sua equipe mantenha essência contra um Portugal 'muito forte'
-
Guy Stéphan dedica vitória da França a Deschamps: 'Estamos ansiosos para vê-lo'
-
Vini Jr. vive 'fase incrível', diz Rayan antes de jogo contra o Japão
-
OpenAI lança modelo de IA apenas nos EUA, a pedido de Trump
-
Senegal de Mané entra na lista de espera para os 16-avos da Copa
-
França goleia Noruega (4-1) e avança como líder do Grupo I da Copa
-
Para economista-chefe do FMI, globalização não acabou, apenas se 'transformou'
-
Peru vai anunciar resultado do segundo turno em 3 de julho
-
Técnico de Portugal elogia Colômbia, que jogará 'em casa' em Miami
-
Antonelli e Mercedes dominam treinos livres do GP da Áustria de F1
-
Jogos da Copa têm minuto de silêncio em homenagem às vítimas dos terremotos na Venezuela
-
Croácia precisa da vitória contra Gana; Inglaterra busca certezas
-
Quase mil mortos e mais de 50 mil desaparecidos após terremoto duplo na Venezuela
-
Com ou sem Messi? A incógnita argentina na última partida contra a Jordânia
-
Avião de pequeno porte parece ter se chocado contra arranha-céu em Pequim
-
Mais de 50 mil desaparecidos sob os escombros do terremoto duplo na Venezuela
-
Ronaldo vs James: os velhos amigos em Madri que se enfrentam na Copa do Mundo
-
EUA chega aos 250 anos como um país mais próspero e diverso, porém mais dividido
-
Ao menos 17 países enviam equipes de resgate à Venezuela após terremotos
-
Como os smartphones de alguns venezuelanos alertaram sobre o terremoto
-
Wawrinka anuncia despedida em dezembro com Federer, Murray e Monfils
-
Parcerias em evolução, o motor que impulsiona o Brasil na Copa do Mundo
-
Dupla batalha dos militares LGBTQIA+ na Ucrânia: contra a Rússia e pela igualdade
-
Onda de calor se estende para o leste da Europa e lota hospitais
-
República Democrática do Congo, um gigante da mineração estratégico para a indústria mundial
-
Rei Charles III não residirá no Palácio de Buckingham, apesar de reforma
-
Equipe russa de ginástica rítmica desiste de competição na Romênia
-
Como a família real britânica é financiada e em quê investe seus recursos
-
Mãe escava escombros em busca do filho após terremotos na Venezuela
-
Número de mortos nos terremotos na Venezuela sobe para 589; país acelera busca por sobreviventes
-
Como sobreviver aos desfiles de moda de Paris em plena onda de calor
-
Participar de atos religiosos aumenta vínculo social e limiar da dor
-
Bélgica cancela reencenação da batalha de Waterloo devido à onda de calor
-
Espanha-Uruguai e França-Noruega, os duelos mais aguardados da sexta-feira na Copa
-
Autor de ataque contra mercado de Natal na Alemanha é condenado à prisão perpétua
-
Presidente do Equador decreta feriado após vitória sobre a Alemanha na Copa do Mundo
Negociações sobre guerra na Ucrânia terminam em Genebra
Os negociadores ucranianos e russos concluíram, nesta quarta-feira (18), o segundo dia de conversações em Genebra, com mediação dos Estados Unidos e, embora Kiev tenha mencionado "avanços", as partes não divulgaram detalhes das reuniões que buscam encerrar o conflito mais violento na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.
As negociações terminaram depois de apenas duas horas, um período bem menor que as seis horas de reuniões de terça-feira, segundo o chefe da delegação russa.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, disse que as posições de Kiev e Moscou continuam divergentes em pontos cruciais após as negociações em Genebra.
O chefe da delegação de Kiev em Genebra, Rustem Umierov, afirmou que observou "avanços" nas negociações, mas não revelou nenhum detalhe.
"É um trabalho complexo, que exige um alinhamento entre todas as partes e tempo suficiente. Há avanços, mas neste momento não é possível divulgar detalhes", declarou à imprensa.
O governo dos Estados Unidos pressiona para obter o fim da guerra, que deve completar quatro anos na próxima semana, mas não consegue negociar um acordo entre Moscou e Kiev sobre a questão territorial.
O chefe da delegação russa, Vladimir Medinski, afirmou que as conversações foram "difíceis, mas profissionais".
"A próxima reunião acontecerá em um futuro próximo", acrescentou o negociador russo em declarações à imprensa estatal em Genebra, sem revelar mais detalhes.
Enquanto as conversas ainda estavam em curso, Zelensky acusou a Rússia de tentar "prolongar" as negociações e disse que no primeiro dia as reuniões foram "realmente difíceis".
Os esforços diplomáticos para acabar com a guerra permanecem estagnados há meses devido à questão central do território.
A Rússia pressiona para obter o controle total da região ucraniana de Donetsk (leste), onde já ocupa 83% da área, como parte de qualquer acordo, e ameaça tomá-la pela força caso Kiev não ceda na mesa de negociações.
Mas a Ucrânia rejeita a exigência, que implica riscos políticos e militares. O país insiste que não assinará nenhum acordo sem garantias de segurança que impeçam a Rússia de voltar a invadir seu território.
A Rússia iniciou a invasão em larga escala da Ucrânia em fevereiro de 2022. O conflito provocou uma destruição imensa, com cidades inteiras em ruínas, dezenas de milhares de soldados e civis mortos e obrigou milhões de pessoas a fugir de suas casas.
Algumas horas antes do início das negociações desta quarta-feira, a Rússia lançou 126 drones de ataque e um míssil balístico contra a Ucrânia, segundo a Força Aérea do país.
- Tensão -
O primeiro dia de negociações em Genebra, na terça-feira, "durou seis horas e foi muito tenso", disse à AFP uma fonte próxima à delegação russa que pediu anonimato.
O Kremlin voltou a ser representado pelo nacionalista e ex-ministro da Cultura Vladimir Medinski como seu principal negociador.
Umierov agradeceu a Washington pela mediação e disse que havia informado os aliados europeus sobre os resultados da primeira rodada de conversações, que, segundo ele, se concentraram em "questões práticas e nos mecanismos de possíveis soluções" para o conflito.
Zelensky disse na terça-feira ao portal Axios que "não era justo" que o republicano continuasse pedindo à Ucrânia para negociar um acordo. Ele disse que uma paz duradoura não será alcançada se a "vitória" for entregue à Rússia dessa maneira.
"Espero que seja apenas uma tática e não uma decisão", completou.
A Rússia ocupa quase 20% da Ucrânia, incluindo a Crimeia e as áreas que os separatistas apoiados por Moscou haviam tomado antes da invasão de 2022.
As forças ucranianas registraram recentemente os avanços mais rápidos em dois anos e meio, recuperando 201 quilômetros quadrados na semana passada, segundo uma análise da AFP baseada em dados do Instituto para o Estudo da Guerra.
D.Schneider--BTB