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Ucrânia boicotará abertura dos Jogos Paralímpicos por causa da bandeira russa
Os atletas ucranianos boicotarão a cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina, em 6 de março, em Verona, em protesto contra a decisão de permitir que atletas russos e bielorrussos compitam sob suas bandeiras nacionais no evento, anunciou o Comitê Paralímpico Ucraniano.
"A equipe paralímpica ucraniana e o Comitê Paralímpico Nacional ucraniano boicotam a cerimônia de abertura dos 14º Jogos Paralímpicos de Inverno e exigem que a bandeira ucraniana não seja usada na cerimônia de abertura", afirmou a organização em um comunicado à imprensa.
Contactado pela AFP, o Comitê Paralímpico Internacional (CPI) se recusou a comentar a decisão e afirmou estar em negociações com os dirigentes ucranianos.
O gesto dos atletas segue o boicote político anunciado pelo governo ucraniano na quarta-feira, que declarou que nenhum representante oficial do país participará da cerimônia de abertura ou de qualquer outro evento dos Jogos Paralímpicos.
O Comitê Paralímpico Ucraniano considerou a decisão sobre as bandeiras da Rússia e de Belarus "escandalosa" na terça-feira.
O comissário da União Europeia (UE) para a Juventude e o Esporte, o maltês Glenn Micallef, também cancelou sua presença na cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos desta semana pelo mesmo motivo e defendeu que "enquanto a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia continuar", os símbolos nacionais da Rússia e de Belarus não devem ser reintegrados nas principais competições.
A decisão do CPI de conceder seis convites à Rússia e quatro a Belarus, e de permitir que seus representantes exibam suas bandeiras e toquem seus hinos em caso de vitória, representa um passo significativo rumo à reintegração desses dois países ao cenário esportivo internacional, do qual foram amplamente excluídos desde a invasão russa da Ucrânia em 2022.
"Gostaríamos de enfatizar que nem a Rússia nem Belarus seguiram o processo classificatório para obter as vagas para participar destes Jogos", destacou o Comitê Paralímpico Ucraniano.
- Presença nas provas -
O presidente do Comitê Paralímpico Ucraniano, Valery Sushkevich, declarou à AFP na terça-feira que os atletas paralímpicos de seu país não boicotarão os Jogos, evento no qual a Ucrânia tradicionalmente tem um bom desempenho e onde, inclusive, conquistou o segundo lugar no quadro de medalhas há quatro anos, em Pequim-2022.
"Se não formos, Putin poderá reivindicar uma vitória sobre os atletas paralímpicos ucranianos e sobre a Ucrânia. Isso não vai acontecer!", afirmou.
Sushkevich enfatizou que o lema da Ucrânia nos Jogos de Pequim-2022, "Paz para Todos", que esteve presente em todo o evento, não foi adotado desta vez pelo CPI.
"Naquela época, os dirigentes do CPI apoiaram a nossa luta contra a guerra. Agora, mudaram de posição e não respeitaram os valores da humanidade, da democracia e a filosofia do movimento paralímpico internacional. Mas continuaremos lutando para unir as nações na luta contra a guerra", assegurou.
A Rússia, com o apoio de Belarus, invadiu a Ucrânia poucos dias após o encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, em fevereiro de 2022.
- Medalha neutra -
Nos Jogos Olímpicos de Inverno, que acontecem no norte da Itália, os representantes russos que cumpriram uma série de requisitos para participar do evento devem competir sob uma bandeira neutra.
Na quinta-feira, um dos quase 20 atletas neutros, o russo Nikita Filippov, conquistou a primeira medalha do grupo, uma prata na prova de sprint do esqui de montanha.
"É claro que, quando vemos os outros atletas com suas bandeiras e uniformes nas cores de seus países, ficamos um pouco tristes. Mas estou feliz por estar aqui; é um sonho de infância que estou realizando", declarou ele ao passar pela zona mista em Bormio.
A.Gasser--BTB