-
Cercado de dúvidas, PSG recebe Chelsea nas oitavas da Liga dos Campeões
-
EUA faz novas ameaças ao Irã, que busca paralisar comércio de petróleo
-
Barcelona arranca empate com Newcastle (1-1) na ida das oitavas da Champions
-
Atlético de Madrid vence Tottenham (5-2) e fica mais perto das quartas da Champions
-
Bayern goleia Atalanta (6-1) e coloca um pé nas quartas da Champions
-
Sonhando com 'quádrupla coroa' e temendo cansaço, Arsenal encara Leverkusen na Champions
-
Petróleo despenca e impulsiona alta das bolsas em Europa e Ásia
-
Musk duplica sua fortuna e se mantém como o mais rico do mundo, segundo Forbes
-
Explosões sacodem Teerã após promessa dos EUA de intensificar ataques
-
'Quero merecer estar na próxima fase', diz Guardiola antes de enfrentar Real Madrid
-
Petróleo despenca e impulsiona alta das bolsas
-
Sabalenka atropela Osaka e avança às quartas de final em Indian Wells
-
Ucrânia ataca fábrica militar russa 'chave'
-
Galatasaray vence Liverpool (1-0) e abre vantagem nas oitavas da Champions
-
Irã promete bloquear exportação de petróleo e EUA ameaça intensificar ataques
-
Barcelona consegue licença para reabrir novos setores do Camp Nou
-
Luka Doncic é multado em US$ 50 mil por gesto 'pouco profissional'
-
Com quase 900 gols, Messi "é muito mais do que estatísticas", diz Mascherano
-
Presidente da federação do Irã coloca em dúvida participação do país na Copa do Mundo
-
São Paulo anuncia Roger Machado como novo técnico
-
Kyle Walker anuncia aposentadoria da seleção inglesa
-
Estrelas de 'Heated Rivalry' condenam comentários tóxicos de fãs na internet
-
Folclore e natureza no desfile da Louis Vuitton em Paris
-
Arbeloa confirma ausência de Mbappé contra o City, mas retorno será 'em breve'
-
Rodrygo passa por cirurgia bem-sucedida no joelho direito
-
Sony vai à justiça britânica por suposto abuso nos preços do PlayStation
-
Petróleo, Ucrânia, Irã: o que a Rússia pode ganhar e perder com a guerra no Oriente Médio
-
Petróleo cai e bolsas sobem após declarações de Trump sobre a guerra
-
Jovens cineastas que sonham com Oscar veem IA como um atalho
-
Irã desafia os Estados Unidos e ameaça Donald Trump
-
ONU: Rússia cometeu 'crimes contra a humanidade' ao deportar crianças ucranianas
-
Seleção do Irã deixa a Austrália sem as cinco jogadoras que pediram asilo
-
Itália paga € 30 milhões por quadro de Caravaggio
-
Vídeos com drone reabrem debate sobre turismo nas favelas do Rio
-
Ursinho Pooh, que adora mel, faz 100 anos
-
Startup de IA arrecada US$ 1 bilhão e busca 'mudança de paradigma'
-
Volkswagen cortará 50 mil empregos na Alemanha até 2030
-
Irã promete lutar pelo 'tempo necessário' e bloquear exportações de petróleo do Golfo
-
Dezenas de civis mortos no Haiti por ataques de drones usados contra gangues
-
Trump garante que guerra com o Irã 'terminará muito em breve'
-
Guerra no Oriente Médio: os números de vítimas em toda a região
-
James Rodríguez garante que fará sua estreia na MLS pelo Minnesota no domingo
-
West Ham vence Brentford nos pênaltis e vai às quartas da Copa da Inglaterra
-
Trump diz que fim da guerra com o Irã está próximo
-
Manchester City e Liverpool vão se enfrentar nas quartas da Copa da Inglaterra
-
Blazy oferece uma viagem no tempo através do icônico tailleur da Chanel
-
Petróleo modera sua alta e Wall Street se recupera graças a Trump
-
Técnico do Equador diz ter 'quase' 20 jogadores definidos para a Copa do Mundo
-
Djokovic avança às oitavas de Indian Wells pela primeira vez desde 2017
-
Austrália concede asilo a jogadoras da seleção de futebol do Irã
Rubio participa da cúpula do Caribe para pedir frente unida contra Venezuela e Cuba
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, participará na quarta-feira (25) de uma cúpula das nações caribenhas para defender uma posição comum sobre a Venezuela e manter a pressão sobre Cuba.
Rubio representará os Estados Unidos na cúpula da Comunidade do Caribe (Caricom), que acontece esta semana na pequena nação insular de São Cristóvão e Névis.
Rubio defenderá as prioridades do presidente americano, Donald Trump, como o combate à imigração irregular, afirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, nesta segunda-feira (23).
O secretário "reafirmará o compromisso dos Estados Unidos em trabalhar com os Estados-membros da Caricom para aumentar a estabilidade e a prosperidade em nosso hemisfério", explicou Pigott em um comunicado.
A operação militar americana que capturou o líder venezuelano Nicolás Maduro em 3 de janeiro foi recebida com cautela na região do Caribe.
Desde então, Trump impôs à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, uma política de abertura do setor petrolífero, juntamente com certas concessões políticas, como a anistia para prisioneiros.
A maioria dos Estados caribenhos se mostrou reservada em suas reações públicas, embora Trinidad e Tobago tenham fornecido apoio logístico para a operação, além de apoiarem abertamente os ataques militares que os Estados Unidos lançaram na região em setembro contra suspeitos de tráfico de drogas.
Durante anos, a Venezuela foi vista pela maioria de seus vizinhos caribenhos como uma fonte de instabilidade, à medida que milhões fugiam de sua economia em ruínas.
- Relutantes sobre Havana -
As nações da comunidade caribenha, no entanto, mostram-se mais relutantes em cooperar com a pressão dos Estados Unidos sobre Cuba, que não é membro do bloco, mas mantém relações de longa data com muitos de seus integrantes.
A ilha enfrenta uma crise energética que praticamente paralisou sua economia depois que Washington cortou o fornecimento de petróleo da Venezuela, seu principal fornecedor, e ameaçou impor sanções a outros países que lhe vendem combustível.
Rubio, ex-senador de ascendência cubana, busca derrubar o governo comunista que governa a ilha desde a revolução de 1959. O secretário de Estado mantém contato direto com o governo, segundo declarações do presidente Donald Trump.
Segundo o veículo de notícias americano Axios, o chefe da diplomacia dos EUA está negociando com o neto de Raúl Castro, Raúl Guillermo Rodríguez Castro.
O chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez, denunciou nesta segunda-feira, em Genebra, o desejo dos Estados Unidos de criar uma "catástrofe humanitária" na ilha.
Na reunião da Caricom do ano passado, na Jamaica, a maioria dos países membros ignorou o apelo de Rubio para que se interrompesse o uso de médicos cubanos, uma importante fonte de renda para Havana.
A Guatemala, por sua vez, apoiou o apelo de Rubio para o fim de um programa, denunciado em Washington como "trabalho forçado".
A cúpula da Caricom também abordará a persistente crise no Haiti, um país pobre e assolado pela violência, onde um conselho de transição recentemente entregou o poder ao primeiro-ministro apoiado pelos EUA após não conseguir controlar gangues armadas, e sem perspectivas reais de eleições.
O.Krause--BTB