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Flávio Bolsonaro tenta unir a direita em meio a protestos contra Lula
O senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso por tentativa de golpe de Estado, tentou unir o campo conservador neste domingo (1º) com vistas às eleições de outubro.
Milhes de seguidores do ex-presidente se manifestaram em diversas cidades do país. Pediram sua saída da prisão e protestaram contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em São Paulo, manifestantes exibiram cartazes que diziam "Bolsonaro Livre" e "Fora Lula". Alguns usavam bonés com a mensagem "Flávio Bolsonaro 2026".
O ex-presidente cumpre uma sentença de 27 anos de prisão após ser considerado culpado de várias acusações relacionadas com sua tentativa de golpe após a derrota nas eleições de 2022.
Em dezembro, escolheu seu filho Flávio como seu herdeiro político. Essa movimentação gerou reações ambivalentes, tanto dentro da família Bolsonaro quanto no movimento conservador, com dois governadores de direita anunciando suas próprias candidaturas.
Embora Flávio demonstrasse pouca segurança em sua candidatura em um primeiro momento, quando chegou a afirmar que poderia abandonar suas pretensões por um "preço", com o tempo se apropriou do papel e vem subindo pouco a pouco nas pesquisas.
Aos 80 anos, Lula tentará um quarto mandato presidencial nas eleições de 4 de outubro.
- Frente unida -
Uma pesquisa da AtlasIntel na semana passada mostrou que, em caso de um segundo turno entre Lula e Flávio, os dois estariam tecnicamente empatados, com 46,2% e 46,3%, respectivamente.
Neste domingo, Flávio, de 44 anos, tentou apresentar uma frente unida na manifestação na Avenida Paulista, e apareceu ao lado de possíveis adversários e do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), um dos nomes mais populares da direita.
"Juntos, não estamos disputando o voto. estamos aqui pensando no que é melhor" para o país, disse Flávio à multidão, que especialistas do monitor de debate político da USP estimaram em cerca de 20.000 pessoas.
O senador prometeu trabalhar para derrubar o veto de Lula à lei aprovada pelo Congresso que reduziria de forma drástica a pena de Bolsonaro.
E disse que prometeu a seu pai que os dois subiriam juntos a rampa do Palácio do Planalto em 2027.
Seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), se dirigiu aos manifestantes por vídeo dos Estados Unidos, onde vive.
Destacou a "importância de [...] estarmos lado a lado" para uma eleição que "talvez [seja o caminho] mais rápido para a gente realmente levar a justiça que vai ser traduzida em anistia" para seu pai.
Neste domingo, Jair Bolsonaro enviou uma carta da prisão na qual assegurou que lamenta "as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa", Michelle.
No início de fevereiro, Eduardo Bolsonaro acusou sua madrasta e Nikolas Ferreira de não se dedicarem "com mais afinco" à candidatura de Flávio.
"Os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados", escreveu Jair Bolsonaro.
O.Lorenz--BTB