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EUA bombardeia principal centro petrolífero do Irã no Golfo
O presidente Donald Trump garantiu na noite desta sexta-feira (13) que os Estados Unidos "aniquilaram" alvos militares na ilha de Kharg, o principal centro petrolífero do Irã, e ameaçou atacar ali as infraestruturas de produção de petróleo se Teerã continuar bloqueando o estratégico estreito de Ormuz.
"Decidi NÃO demolir a infraestrutura petrolífera da ilha. No entanto, se o Irã, ou qualquer outro, fizer algo para interferir na passagem livre e segura de navios pelo estreito de Ormuz, reconsiderarei minha decisão imediatamente", advertiu o líder republicano nas redes sociais.
Trump anunciou que o exército americano "realizou um dos bombardeios mais poderosos da História do Oriente Médio e aniquilou completamente todos os alvos MILITARES na joia da coroa do Irã".
No dia anterior, o presidente do Parlamento iraniano, o influente Mohammad Bagher Ghalibaf, havia advertido que a república islâmica "abandonará toda moderação" se Estados Unidos e Israel atacarem suas ilhas do Golfo.
Kharg, uma faixa de terra coberta de arbustos situada ao norte do Golfo, a cerca de 30 quilômetros da costa, abriga o maior terminal de exportação de petróleo do Irã.
Trump também indicou que a Marinha americana começaria "muito em breve" a escoltar petroleiros em Ormuz, uma passagem-chave por onde transita 20% da produção mundial de hidrocarbonetos e que foi bloqueada de fato por Teerã.
Após duas semanas de guerra que não fizeram o Irã ceder, a inflexibilidade das partes beligerantes, que neste sábado pela manhã continuam com seus ataques, não indica qualquer trégua.
Esse conflito se estendeu por todo o Oriente Médio e perturbou cada vez mais o comércio mundial, elevando os preços do petróleo.
O Irã também prossegue com suas represálias aéreas contra os países vizinhos do Golfo. Jornalistas da AFP ouviram explosões no início da manhã deste sábado (14) em Doha, capital do Catar, depois que o Ministério do Interior ordenou a evacuação de certas áreas.
- Atacar "mais forte" -
Segundo a imprensa americana, Washington também enviará mais reforços para a região: o jornal The New York Times fala em cerca de 2.500 fuzileiros navais e mais três navios.
Por sua vez, o Wall Street Journal cita autoridades segundo as quais o navio "USS Tripoli", baseado no Japão, e os fuzileiros navais que o acompanham estão a caminho do Oriente Médio.
A duração da guerra parece que vai se prolongar. Pelo menos continuará na próxima semana, quando os Estados Unidos querem atacar o Irã "mais forte", anunciou Trump.
Embora o presidente americano também tenha admitido que uma mudança de poder pelas mãos do povo iraniano, esperada por Washington após o início da guerra em 28 de fevereiro, "talvez não aconteça imediatamente".
Os Estados Unidos anunciaram que oferecerão 10 milhões de dólares em troca de informações que permitam localizar dez dos mais altos dirigentes da república islâmica, entre eles o novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, e o chefe de segurança, Ali Larijani.
O estado de saúde de Mojtaba Khamenei continua incerto depois de supostamente ter sido ferido em um bombardeio. Nesta sexta-feira, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, sugeriu que ele "provavelmente" ficou desfigurado.
Enquanto isso, Teerã foi alvo de novos bombardeios nesta sexta-feira, desde a manhã até o início da tarde, quando foi ouvida uma breve série de fortes explosões, segundo jornalistas da AFP.
- "Trump não entende" -
Pela manhã, Larijani havia aparecido em público no centro de Teerã, ao lado do presidente Masoud Pezeshkian, em um desafio aos seus inimigos ao participar de uma manifestação a favor do governo.
A mobilização reuniu uma grande multidão — difícil de avaliar, embora ocupasse algumas das principais avenidas — apesar da chuva e do temor de ataques que já causaram mais de 1.200 mortos, segundo o último balanço das autoridades, e mais de 1.800 de acordo com a ONG Human Rights Activists News Agency (HRANA).
"O problema de Trump é que ele não entende que o povo iraniano é uma nação valente, uma nação forte, uma nação determinada", afirmou Larijani. "Quanto mais ele intensificar sua pressão, mais se fortalecerá a determinação da nação".
- "Longo confronto" -
O exército israelense também anunciou que realizou 7.600 ataques no Irã em duas semanas e 1.100 no Líbano, onde bombardeia o movimento islamista Hezbollah, aliado de Teerã.
Essas ofensivas no Líbano mataram 773 pessoas, entre elas 103 crianças, e feriram cerca de 2.000, segundo as autoridades locais.
Um ataque israelense contra um centro de saúde no sul de seu país vizinho matou pelo menos 12 membros do pessoal médico, anunciou no sábado o Ministério da Saúde libanês.
A estatal Agência Nacional de Informação (ANI) também relatou bombardeios israelenses que atingiram nesta sexta-feira um quartel-general dos capacetes azuis no sul do Líbano.
O líder do Hezbollah, Naïm Qassem, mostrou-se firme e disse que seu grupo está pronto para "um longo confronto" com Israel.
A Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, anunciou que, junto com o Hezbollah, lançaram mísseis e drones contra Israel em resposta aos ataques americanos e israelenses.
burs-rle/eml/arm-erl-meb/ahg/aa-lb/am
O.Bulka--BTB