-
Djokovic sente cansaço e é eliminado em sua estreia no Masters 1000 de Xangai
-
Seleção da Turquia demite técnico Vincenzo Montella
-
Federação Italiana de Futebol vai eleger seu presidente em 14 de dezembro
-
UE retira Panamá de sua lista de paraísos fiscais
-
Governo do Iêmen lança 'operação' para retomar território estratégico para os houthis
-
China aceita 'moderar' suas exportações de veículos híbridos para a UE, segundo comissário europeu
-
EUA lidera novas negociações de paz para pôr fim à guerra na Ucrânia
-
Justiça argentina restabelece limites para a venda de terras a estrangeiros
-
Protestos estudantis geram cenas de caos em Bruxelas
-
Rubio insta opositores venezuelanos a participar da negociação com o governo
-
Trump cria painel para investigar governadora do Fed
-
EUA impõe sanções ao TPI após Nobel a sua ex-magistrada Pillay
-
Documentário retrata a vida privada de figura do Vale do Silício condenada por fraude
-
Preços do diesel e dos fertilizantes põem à prova apoio de agricultores dos EUA aos republicanos
-
China e União Europeia reforçam diálogo comercial e alcançam acordos sobre veículos híbridos
-
Ex-príncipe Andrew é indenizado em 300 mil libras por deixar residência de Windsor
-
Jair Bolsonaro buscará revanche caso seu filho assuma o poder
-
Partido de Machado pede a revogação 'imediata' da inabilitação política de sua líder na Venezuela
-
Pillay dedica seu Nobel da Paz aos 'sobreviventes de crimes internacionais'
-
EUA transmitirá ao vivo execução de condenado por ataque militar
-
Dois quadros de Renoir roubados de museu na França são encontrados
-
França prende mais de 5 mil menores em protestos estudantis
-
Irã descarta negociar com os EUA sob pressões e ameaças
-
Navi Pillay, a ativista sul-africana de direitos humanos que conquistou o Prêmio Nobel da Paz
-
Netanyahu convida Flávio Bolsonaro para visitar Israel
-
ONU denuncia como 'tortura' a execução ao vivo anunciada nos EUA
-
Polícia de imigração fere a tiros dominicano em Nova York
-
Juíza sul-africana Navi Pillay ganha o Nobel da Paz
-
Trump descarta ataques contra o Irã antes das eleições nos EUA
-
Juíza sul-africana Navi Pillay ganha o Prêmio Nobel da Paz
-
Partido pede levantamento imediato da inabilitação de María Corina na Venezuela
-
EUA vai transmitir ao vivo fuzilamento de condenado por ataque a base militar
-
Montagliani pretende permanecer na Concacaf e abre caminho para reeleição de Infantino
-
Miami Fashion Week® celebra seu décimo aniversário com uma edição histórica, de 13 a 18 de outubro de 2026
-
Equador vai contar com drones dos EUA em guerra contra o narcotráfico
-
Trump chama Musk de 'tesouro nacional' após entrega de medalha
-
Milhares de pessoas homageiam Maricarmen Abascal em marcha em Madri
-
Liverpool-Manchester City é destaque na volta das ligas europeias
-
Fuzilamento de condenado por ataque a base militar nos EUA será transmitido ao vivo
-
EUA suspende Microsoft de programa de vistos, diz vice-presidente
-
Bombardeio russo contra dois ônibus deixa 30 mortos na Ucrânia
-
'Ressurreição' de Verstappen é posta à prova no GP de Singapura
-
Xhaka, da seleção suíça, é multado por certificados falsos de vacinação contra Covid
-
Veículos expulsos da Casa Branca pedem a juiz que garanta seu acesso
-
Protestos estudantis, símbolo do mal-estar em uma França endividada
-
Alcaraz chega "mentalmente descansado" ao final da temporada de tênis
-
TPI declara ex-presidente filipino Duterte em condições de ser julgado
-
EUA apresenta nova acusação contra presidente deposto da Venezuela Maduro e esposa por tortura
EUA e Irã começarão a negociar aplicação do acordo na sexta-feira
Estados Unidos e Irã devem iniciar, na Suíça, na sexta-feira (19), as "primeiras negociações" sobre a aplicação do acordo que seus presidentes assinaram eletronicamente para acabar com a guerra, confirmou nesta quinta-feira (18) o Ministério das Relações Exteriores do país europeu.
O texto, que estabelece as bases para interromper o conflito iniciado em 28 de fevereiro pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã e que provocou milhares de mortes, prevê a reabertura imediata do Estreito de Ormuz, cujo bloqueio provocou um forte abalo na economia mundial.
Além disso, abre o caminho para um período de 60 dias de negociações detalhadas sobre a diluição do urânio enriquecido da República Islâmica.
As conversações também abordarão o fim das sanções contra o Irã e o compromisso dos Estados Unidos de criar um fundo de reconstrução de 300 bilhões de dólares (1,5 trilhão de reais).
O texto do protocolo também prevê um diálogo Irã–Omã para "definir a futura administração e os serviços marítimos no Estreito de Ormuz", uma cláusula que provoca dúvidas sobre um possível pagamento de taxas por parte dos navios que atravessarem esta importante via, como destacou o governo iraniano.
Todas as concessões renderam duras críticas a Washington. A imprensa americana aponta o uso de bilhões de dólares no conflito e um possível reforço do governo do Irã, ao final de uma guerra que o presidente Donald Trump começou com um apelo por mudança de regime em Teerã.
O presidente republicano tentou minimizar as críticas com uma mensagem nas redes sociais: "Esses idiotas, que acham que eu não tenho sido duro o suficiente com o Irã, quando a Bolsa de Valores acaba de atingir UM RECORDE HISTÓRICO, e os preços do petróleo estão "despencando", são pessoas invejosas, más ou estúpidas".
A assinatura do acordo, inicialmente programada para sexta-feira na Suíça, foi antecipada e aconteceu à distância.
Trump assinou o documento na noite de quarta-feira, durante um jantar no Palácio de Versalhes ao lado de seu homólogo francês, Emmanuel Macron, como mostra um vídeo publicado na rede social X, em que eles aparecem sorridentes.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, que nesta quinta-feira citou um acordo "histórico", assinou o texto eletronicamente em seu país, informou o Ministério das Relações Exteriores.
Segundo o Paquistão, que atuou como mediador, na sexta-feira acontecerá uma cerimônia em um hotel de luxo em Bürgenstock, uma montanha suíça com vista para o lago de Lucerna, para "comemorar o marco e dar início às discussões técnicas".
No início da semana, diversas fontes anunciaram as presenças do principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, e do vice-presidente americano, JD Vance, na Suíça.
O Ministério das Relações Exteriores suíço confirmou nesta quinta-feira que "continua previsto que Estados Unidos e Irã, assim como os mediadores, Paquistão e Catar, se reúnam amanhã (sexta-feira) para iniciar as primeiras negociações sobre a aplicação do acordo".
- Petróleo em queda -
O texto divulgado por Washington e Teerã prevê a reabertura imediata de Ormuz, cujo fechamento desde o início da guerra desestabilizou gravemente a economia mundial, além da suspensão do bloqueio que Washington impôs aos portos iranianos.
A guerra provocou enorme tensão nos mercados de petróleo, já que, antes do conflito, 20% do petróleo mundial transitava por esta rota marítima estratégica.
Nesta quinta-feira, o preço do barril de Brent do Mar do Norte recuava 2,06%, a 77,94 dólares, aproximando-se do nível anterior à guerra, por volta dos 70 dólares.
"O acordo representa o fracasso dos Estados Unidos diante do Irã", afirmou Ghalibaf, que também é o influente presidente do Parlamento iraniano.
No Líbano, o líder do movimento pró-iraniano Hezbollah, em confronto com Israel, Naim Kassem, também considerou o pacto uma "grande vitória" para o Irã, a quem agradeceu por ter insistido para que o front libanês integrasse o protocolo.
Em uma mensagem exibida na televisão, ele pediu que o país "aproveite" o acordo para "expulsar Israel" do território.
Os combates prosseguem no país, com menos intensidade. Um soldado israelense morreu na quarta-feira e sete ficaram feridos no sul do Líbano, região ocupada em grande parte por Israel, segundo o Exército.
Um homem morreu na quinta-feira em um ataque israelense, informou a imprensa estatal.
- Dois meses de negociações -
O texto do memorando de entendimento prevê que o governo dos Estados Unidos suspenda, a partir do momento da assinatura, as sanções sobre a venda de petróleo iraniano. Também se compromete a acabar com todas as sanções caso um acordo definitivo seja alcançado, ao final de um período de negociações de 60 dias.
Os dois países também discutirão um mecanismo para administrar as reservas de urânio iranianas "recorrendo, no mínimo, a um método de diluição 'in situ' sob a supervisão da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica)", destacou uma fonte do governo americano, que reivindicou uma "grande vitória", mas para Washington.
A diplomacia iraniana ressaltou nesta quinta-feira que o programa de mísseis do país não fará parte das próximas negociações.
Os países membros do G7, reunidos na França esta semana, celebraram "uma oportunidade histórica para impedir que o Irã adquira qualquer arma nuclear e para enfrentar as ameaças relacionadas às suas atividades regionais e balísticas".
burs-san/anb/arm/avl/fp/jc
J.Fankhauser--BTB