-
Jogadores da Argentina comemoram vitória com faixa reivindicando Ilhas Malvinas
-
'Continuem acreditando', pede Giuliano Simeone aos torcedores argentinos
-
'Não me arrependo', diz Tuchel sobre postura da Inglaterra contra Argentina
-
'Jogamos com a faca nos dentes', diz 'Dibu' Martínez após vitória sobre a Inglaterra
-
'Cair nesta fase é devastador', reconhece Kane
-
'Sonhei com isso', diz Lautaro Martínez sobre gol da vitória da Argentina
-
'Este grupo não para de me surpreender', diz Scaloni após vitória sobre a Inglaterra
-
Argentina vence Inglaterra de virada (2-1) e vai enfrentar Espanha na final da Copa do Mundo
-
Número de mortos por terremotos na Venezuela passa de 4.800
-
Anistia Internacional denuncia centenas de mortes em prisões de El Salvador
-
Alcaraz deve voltar às quadras em meados de agosto, em Cincinnati
-
Zelensky apoia diretor da Naftogaz para cargo de primeiro-ministro
-
França aprova direito à morte assistida após anos de debates
-
Republicanos apresentam plano de gastos antes das eleições de novembro nos EUA
-
Fifa defende árbitro da semifinal da Copa após críticas de Deschamps
-
Técnico francês Sébastien Migné deixa Haiti e assume seleção do Gabão
-
CEO do Bayer Leverkusen aponta 'problemas estruturais' após decepção da Alemanha na Copa
-
Trump diz que ICE manterá fiscalizações nas estradas
-
Guerra entre Irã e EUA se intensifica com bombardeios e fechamento de Ormuz
-
Mais que uma seleção, Espanha constrói uma 'equipe' para chegar à final da Copa
-
Mulheres denunciam ex-dirigente de agência de modelos Elite por estupro
-
Cidade natal de Bellingham celebra estrela da seleção inglesa
-
Até 45% dos riscos de demência poderiam ser prevenidos ou adiados, afirma OMS
-
Starmer se despede em clima descontraído e promete apoio a sucessor
-
Imprensa espanhola celebra classificação da 'Roja' à final
-
Ateliê de moda passa a confeccionar bolsas mortuárias após terremotos na Venezuela
-
Ebola se alastra pela República Democrática do Congo
-
Argentina e Inglaterra reacendem rivalidade para enfrentar Espanha na final da Copa
-
Quênia nega aos rastafáris o direito de fumar maconha por motivos religiosos
-
Biden anuncia livro de memórias e afirma que tratamento contra o câncer vai 'muito bem'
-
Cuba restabelece eletricidade após terceiro apagão geral em menos de dez dias
-
Guerra entre Irã e EUA se intensifica
-
China acaba com 'namorados' e amizades criados por IA
-
Fim da fronteira fecha 'ferida aberta' entre Espanha e Gibraltar, diz Pedro Sánchez
-
'Eu vivo isso com tranquilidade', diz à AFP a sósia russa de Haaland
-
França vota para legalizar direito à eutanásia
-
Austrália anuncia que promulgará leis para regulamentar IA e centros de dados
-
Crescimento econômico da China registra ritmo mais lento em três anos
-
Novos ataques na região de Ormuz; EUA retoma bloqueio aos portos do Irã
-
Argentina x Inglaterra: o duelo mais acirrado valendo vaga na final da Copa do Mundo
-
Ex-líder das Farc teme violência na Colômbia após ameaças do presidente eleito
-
Scaloni pede para que não misturem semifinal Argentina-Inglaterra com Malvinas
-
Espanha e Gibraltar encerram controles fronteiriços
-
EUA restabelece bloqueio naval ao Irã e guerra se intensifica
-
Embaixada britânica na Argentina recorre ao humor antes da semifinal contra Inglaterra
-
Inglaterra espera semifinal 'intensa e emocionante' contra Argentina, diz Tuchel
-
'Não me imaginava em outro clube da Europa', diz Lewandowski na chegada ao Chicago Fire
-
EUA lança novos ataques contra Irã e restabelece bloqueio naval
-
Multidão comemora em Madri classificação da Espanha para final da Copa do Mundo
Cúpula do poder chinês se reúne na próxima semana para definir medidas econômicas
As principais autoridades da China, lideradas pelo presidente Xi Jinping, iniciam na segunda-feira (15) em Pequim uma reunião crucial para a recuperação de uma economia abalada pela crise do setor imobiliário, pela queda do consumo e pelo índice elevado de desemprego entre os jovens.
Um ano e meio depois do fim das restrições impostas durante a pandemia, a recuperação pós-covid da segunda maior economia mundial foi breve e menos vigorosa que o esperado.
Além dos problemas internos, o país também enfrenta as restrições comerciais impostas por União Europeia (UE) e Estados Unidos para proteger seus mercados dos produtos chineses de baixo custo que, alegam, representam uma concorrência desleal.
Neste cenário, o Partido Comunista da China (PCCh) celebra de 15 a 18 de julho a terceira sessão plenária do Comitê Central, uma reunião comandada por Xi Jinping que estava prevista inicialmente para acontecer em outubro do ano passado.
A reunião do Comitê Central deve definir, a princípio, as grandes orientações econômicas do país para os próximos cinco anos.
A tradição remonta a 1978, quando o então líder Deng Xiaoping apresentou as reformas que permitiriam o crescimento econômico fulgurante da China nas décadas seguintes.
Na reunião da próxima semana, os analistas esperam medidas para apoiar a atividade econômica.
Xi Jinping disse na semana passada que o PCCh planeja grandes reformas, embora a palavra "reforma" sob o seu governo normalmente faça referência mais a ajustes que a grandes mudanças políticas.
- Reforma, não ruptura -
"O governo chinês enfrenta problemas para aplicar uma estratégia econômica bem-sucedida desde o fim da pandemia", afirmou Andrew Batson, analista da consultoria Gavekal Dragonomics.
"Por isso, há muitas esperanças de que esta terceira sessão plenária apresente avanços", acrescentou.
Mas não se deve esperar uma "ruptura" com o caminho traçado até agora por Xi, que tem priorizado a segurança nacional ao crescimento econômico, explica.
"A reforma não consiste em mudar de direção", afirmou na segunda-feira o Diário do Povo, o jornal oficial do Partido Comunista.
O início da reunião deve coincidir com a publicação dos dados de crescimento da China no segundo trimestre.
Um grupo de analistas entrevistado pela AFP projeta um crescimento médio de 5,3% do PIB em ritmo anual entre abril e junho, o que ficaria dentro da meta de 5% definida este ano pelo governo chinês.
Embora seja um desempenho invejável para muitos países, o índice está longe do crescimento de dois dígitos transformou a China na segunda maior economia do mundo.
- "Prosperidade comum" -
A atividade econômica continua penalizada pelo endividamento excessivo do setor imobiliário, um pilar tradicional do crescimento que já representou 25% do PIB do país.
As medidas de apoio a curto prazo são "absolutamente necessárias" para estimular uma "economia vacilante", afirmou o analista Ting Lu, do banco japonês Nomura.
Mas a sessão plenária serve, em particular, para "discutir as grandes linhas a longo prazo e as reformas estruturais, não ajustes de curto prazo", lamentou o analista.
A conjuntura incerta afeta o consumo das famílias, assim como elevado índice de desemprego entre os jovens (14,2% em maio), que Xi definiu como uma prioridade que deve ser combatida.
O presidente chinês menciona com frequência a "prosperidade comum", uma iniciativa política que pretende reduzir as desigualdades econômicas em um país e contrastes importantes em termos de riqueza.
"Este conceito provavelmente será um grande tema na terceira sessão plenária", afirmou o sinólogo Charles Parton, do centro de estudos 'Council on Geostrategy', com sede em Londres.
"Não é um slogan político vazio, mas precisa de uma definição mais concreta para ser aplicado de verdade", destacou.
O.Bulka--BTB