-
Austrália anuncia que promulgará leis para regulamentar IA e centros de dados
-
Crescimento econômico da China registra ritmo mais lento em três anos
-
Novos ataques na região de Ormuz; EUA retoma bloqueio aos portos do Irã
-
Argentina x Inglaterra: o duelo mais acirrado valendo vaga na final da Copa do Mundo
-
Ex-líder das Farc teme violência na Colômbia após ameaças do presidente eleito
-
Scaloni pede para que não misturem semifinal Argentina-Inglaterra com Malvinas
-
Espanha e Gibraltar encerram controles fronteiriços
-
EUA restabelece bloqueio naval ao Irã e guerra se intensifica
-
Embaixada britânica na Argentina recorre ao humor antes da semifinal contra Inglaterra
-
Inglaterra espera semifinal 'intensa e emocionante' contra Argentina, diz Tuchel
-
'Não me imaginava em outro clube da Europa', diz Lewandowski na chegada ao Chicago Fire
-
EUA lança novos ataques contra Irã e restabelece bloqueio naval
-
Multidão comemora em Madri classificação da Espanha para final da Copa do Mundo
-
'Não fizemos a partida que queríamos', lamenta Mbappé
-
Oyarzabal pede que 'momento histórico' do futebol espanhol seja valorizado
-
'Eles foram melhores do que nós', admite Cherki após derrota da França para a Espanha
-
'Uma final de Copa está ao alcance de poucos', comemora técnico da Espanha
-
'Nunca imaginei algo assim, nem nos meus melhores sonhos', diz Pedro Porro
-
'Estivemos abaixo do nosso nível', admite Deschamps após derrota da França para a Espanha
-
Mason Greenwood deixa Olympique de Marselha para jogar no Fenerbahçe
-
Espanha bate França (2-0) e está na final da Copa do Mundo
-
Exército liberta 39 sequestrados por guerrilha ELN na Colômbia; 2 militares morrem
-
Scaloni e Tuchel: a calma e a tormenta na busca por uma vaga na final da Copa do Mundo
-
EUA intensifica bombardeios contra Irã, mas recua sobre taxa para cruzar Ormuz
-
Trump falará sobre "eleições livres e justas" em discurso à nação na 5ª feira
-
Manchester United anuncia contratação do belga Youri Tielemans
-
Tiranossauro rex 'Gus' é vendido por valor recorde de US$ 50 milhões em leilão nos EUA
-
Advogados de mãos atadas: o desafio de trabalhar sob governos autoritários
-
Brighton contrata zagueiro croata Luka Vuskovic em transferência recorde para o clube
-
EUA intensifica bombardeios contra Irã após anunciar restabelecimento de bloqueio naval
-
Leandro Trossard deixa Arsenal e assina com o Besiktas
-
Como um 'farejador', socorrista recupera restos mortais do primo na Venezuela
-
Política britânica assassinada foi vítima de 'ataque seletivo'
-
Balogun sabia que anulação de suspensão 'causaria muita polêmica'
-
Ex-zagueiro da seleção croata Dario Simic é preso por suspeita de corrupção
-
União Europeia ante o desafio do envelhecimento de sua população
-
Juízas da Suprema Corte pedem ao Congresso americano mais verbas para segurança
-
Por que o Pix incomoda tanto Donald Trump?
-
Burnham garante apoio para se tornar o próximo primeiro-ministro britânico
-
Homicídios caíram pela metade em quase dois anos no México, diz presidente
-
Dua Lipa apoia protestos na Albânia contra projeto vinculado à família Trump
-
Inflação nos EUA desacelerou em junho antes da retomada do conflito no Oriente Médio
-
Goleiro suíço Yan Sommer assina com o Club Brugge
-
Espanha e França protagonizam primeiro duelo antes da final da Copa do Mundo
-
Trump anuncia que espelho d'água de Washington será esvaziado para reparos
-
Atriz Ellen Burstyn receberá prêmio pelo conjunto da obra no Festival de Veneza
-
Jihadistas nigerianos usam IA para fabricar bombas e adaptar motocicletas
-
RedNote, o aplicativo que revolucionou o turismo na China
-
EUA prossegue com bombardeios no Irã e pretende restabelecer bloqueio naval
-
Nova era em Gibraltar após fim dos controles fronteiriços com Espanha
Venezuela: mais de 10 anos de eleições questionadas
O contestado resultado da eleição presidencial de domingo na Venezuela se soma a uma série de pleitos questionados pela oposição e parte da comunidade internacional desde a ascensão de Nicolás Maduro ao poder em 2013.
- Maduro sucede Chávez em 2013 -
Em abril de 2013, após a morte do presidente socialista Hugo Chávez (1999-2013), o vice-presidente Nicolás Maduro assume a doutrina chavista e vence as eleições presidenciais com 50,62% dos votos.
O líder da oposição, o governador Henrique Capriles, derrotado por uma margem estreita, exige uma auditoria dos resultados e recorre sem sucesso ao Tribunal Supremo de Justiça.
Em 2016, a oposição tenta sem sucesso convocar um referendo revogatório.
O primeiro mandato de Maduro é marcado por ondas de manifestações (mais de 168 mortos em 2014 e 2017), repressão aos opositores, aumento do poder presidencial e isolamento internacional, com a imposição de sanções pelos Estados Unidos.
- Reeleição questionada -
Em 20 de maio de 2018, Nicolás Maduro é reeleito em uma eleição presidencial antecipada, boicotada pela maior parte da oposição. Mais de 60 países não reconhecem o pleito, e os Estados Unidos impõem um embargo sobre o petróleo da Venezuela em 2019.
Em 21 de janeiro de 2019, 27 militares são presos após se rebelarem. Maduro acusa os Estados Unidos de terem ordenado "um golpe de Estado fascista".
Em 23 de janeiro, o opositor Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional, cujo controle foi perdido pelos chavistas em 2015, se autoproclama presidente interino. Ele é reconhecido por cerca de 60 países, liderados pelos Estados Unidos.
No final de abril, fracassa uma tentativa de levante por um grupo de militares pró-Guaidó.
- Chavismo recupera o Parlamento -
Em 6 de dezembro de 2020, o presidente Nicolás Maduro recupera o controle da Assembleia Nacional em eleições legislativas marcadas por uma abstenção de 69% e rejeitadas internacionalmente. A maior parte da oposição pede boicote.
No final de 2022, a oposição, profundamente dividida, põe fim à presidência e ao governo interino de Juan Guaidó. Os Estados Unidos afirmam em 3 de janeiro de 2023 que ainda não consideram Nicolás Maduro como presidente legítimo.
- Líder da oposição é impedida de concorrer -
Meses antes da eleição presidencial de 28 de julho de 2024, a carismática líder da oposição María Corina Machado, favorita nas pesquisas, é declarada inelegível pela Justiça, acusada de corrupção.
Ela é substituída por um diplomata pouco conhecido do grande público, Edmundo González Urrutia, para enfrentar Nicolás Maduro, que aspira a um terceiro mandato de seis anos.
Considerando que o governo continua reprimindo a oposição, o governo dos Estados Unidos anuncia em abril que restabelecerá as sanções contra os setores de gás e petróleo, que haviam sido aliviadas meses antes.
Segundo os resultados oficiais proclamados no domingo à noite, Maduro foi reeleito com 51,2% dos votos. O resultado foi rejeitado pela oposição e questionado por muitos países, incluindo Estados Unidos e União Europeia.
K.Brown--BTB