-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
-
Houthis dizem ter atacado "locais sensíveis" na capital saudita
-
Campeão Arsenal é atropelado pelo Brighton e perde invencibilidade no Inglês
-
Trump proíbe acesso à Casa Branca para CNN, MS NOW e Politico
Juízas da Suprema Corte pedem ao Congresso americano mais verbas para segurança
Duas juízas da Suprema Corte dos Estados Unidos compareceram ao Congresso nesta terça-feira (14) para solicitar fundos destinados a proteger magistrados e suas famílias, uma visita incomum após um período de sessões marcado por decisões polêmicas.
As juízas Amy Coney Barrett e Elena Kagan iniciaram uma série de audiências perante os comitês da Câmara dos Representantes e do Senado que controlam os gastos federais, a primeira aparição de membros em exercício da Suprema Corte do país desde 2019.
O tema formal é o orçamento do tribunal, que inclui milhões de dólares adicionais para segurança após o aumento de ameaças contra juízes e uma série de incidentes alarmantes que afetaram membros da Suprema Corte.
A mais alta instância do país emitiu importantes decisões sobre a agenda do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Considerou inconstitucional sua tentativa de acabar com o direito à cidadania por nascimento, enquanto decidiu a seu favor em outros temas migratórios.
O mandatário americano elogiou o tribunal de maioria conservadora quando este decidiu a seu favor, inclusive no quesito imunidade presidencial, mas criticou duramente os juízes e magistrados que emitiram sentenças contra ele.
Grupos de esquerda do país também expressaram insatisfação com essa maioria conservadora.
Em junho de 2022, uma mulher viajou da Califórnia a Washington para tentar assassinar o juiz Brett Kavanaugh, mas desistiu quando viu a presença policial na rua onde o juiz e sua família moram.
Ela havia manifestado sua oposição à decisão que anulou o direito ao aborto a nível federal, e foi condenada a oito anos de prisão.
Barrett, indicada por Trump em 2020, explicou aos legisladores que a polícia lhe forneceu um colete à prova de balas, que ela guarda em sua casa. Kagan, por sua vez, é de linha liberal e foi indicada por Barack Obama.
Ambas são consideradas duas das vozes mais moderadas do tribunal, uma combinação que pode ajudar o Judiciário a apresentar seu pedido como institucional e não ideológico.
O Judiciário solicita quase 921 milhões de dólares (4,7 bilhões de reais, na cotação atual) para segurança, incluindo um aumento de verbas para a proteção em tribunais federais e quase 15 milhões de dólares (77 milhões de reais) para ampliar a proteção do corpo policial, sobretudo dedicado à Suprema Corte para os magistrados e suas famílias, inclusive em suas residências.
O pedido ocorre após um aumento de 57% das ameaças graves ou incidentes de segurança que afetaram juízes no ano passado, segundo dados do Serviço de Oficiais de Justiça dos Estados Unidos citados pela imprensa americana.
Y.Bouchard--BTB