-
Como um 'farejador', socorrista recupera restos mortais do primo na Venezuela
-
Política britânica assassinada foi vítima de 'ataque seletivo'
-
Balogun sabia que anulação de suspensão 'causaria muita polêmica'
-
Ex-zagueiro da seleção croata Dario Simic é preso por suspeita de corrupção
-
União Europeia ante o desafio do envelhecimento de sua população
-
Juízas da Suprema Corte pedem ao Congresso americano mais verbas para segurança
-
Por que o Pix incomoda tanto Donald Trump?
-
Burnham garante apoio para se tornar o próximo primeiro-ministro britânico
-
Homicídios caíram pela metade em quase dois anos no México, diz presidente
-
Dua Lipa apoia protestos na Albânia contra projeto vinculado à família Trump
-
Inflação nos EUA desacelerou em junho antes da retomada do conflito no Oriente Médio
-
Goleiro suíço Yan Sommer assina com o Club Brugge
-
Espanha e França protagonizam primeiro duelo antes da final da Copa do Mundo
-
Trump anuncia que espelho d'água de Washington será esvaziado para reparos
-
Atriz Ellen Burstyn receberá prêmio pelo conjunto da obra no Festival de Veneza
-
Jihadistas nigerianos usam IA para fabricar bombas e adaptar motocicletas
-
RedNote, o aplicativo que revolucionou o turismo na China
-
EUA prossegue com bombardeios no Irã e pretende restabelecer bloqueio naval
-
Nova era em Gibraltar após fim dos controles fronteiriços com Espanha
-
França celebra festa nacional com homenagem à Ucrânia e aos europeus
-
Homem identificado como colombiano morre baleado pelo ICE nos EUA
-
Ucrânia acusa Rússia de executar centenas de prisioneiros de guerra desde 2022
-
Famílias recuperam corpos de parentes após incêndio em bar de Bangcoc que deixou 30 mortos
-
EUA lança novos ataques contra o Irã, embora Trump ainda considere 'possível' um acordo
-
Colombiano morre baleado por ICE nos EUA
-
EUA lança novos ataques contra Irã, embora Trump ainda considere 'possível' um acordo
-
Nove estrangeiros entre os 13 mortos no incêndio na Andaluzia
-
Aliados de Kiev reforçam ajuda à Ucrânia e aumentam pressão sobre Moscou
-
Flávio Bolsonaro é proibido de visitar o pai até depois das eleições
-
Colombiano morre baleado nos EUA em incidente com participação do ICE
-
Trump anuncia 'mensagem à nação' nesta quinta-feira
-
EUA retoma ações judiciais sobre vínculo entre Tylenol e o autismo
-
Estados americanos entram com ação contra aquisição da Warner pela Paramount
-
Ao menos 68 pessoas morreram em terremotos no marco zero de Caracas
-
Aliados da Ucrânia se reúnem em Paris para intensificar pressão sobre Rússia
-
Detidos, deportados e devolvidos: o pesadelo dos 'sonhadores' nos EUA
Blinken conclui viagem ao Oriente Médio sem progressos visíveis para trégua em Gaza
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Antony Blinken, concluiu nesta quarta-feira (21) uma viagem ao Oriente Médio sem conseguir progressos visíveis rumo a uma trégua em Gaza, embora tenha alertado Israel e o Hamas que a proposta dos EUA para um cessar-fogo poderia ser "a última oportunidade" para alcançar a paz.
Esta foi a nona visita do secretário de Estado à região desde o início da guerra na Faixa de Gaza entre Israel e o Hamas, desencadeada por um ataque mortal sem precedentes perpetrado pelo movimento islamista em 7 de outubro no sul de Israel.
Os Estados Unidos acreditam que um cessar-fogo em Gaza ajudaria a evitar uma conflagração regional, incluindo um possível ataque a Israel por parte do Irã e dos seus aliados, como o Hezbollah libanês, em retaliação pelo assassinato do chefe do Hamas em 31 de julho em Teerã.
As negociações mediadas por Estados Unidos, Egito e Catar serão retomadas esta semana, depois de Washington ter apresentado uma proposta de trégua na sexta-feira durante um primeiro ciclo de discussões em Doha.
No terreno, três pessoas morreram em bombardeios noturnos em Gaza, segundo a Defesa Civil do território palestino.
Testemunhas relataram bombardeios em Khan Yunis, no sul, assim como em Jabaliya, no norte, e em Deir al Balah, no centro do enclave.
- Um morto no Líbano -
Uma criança morreu e sete pessoas ficaram feridas quando projéteis israelenses dispararam contra o acampamento de Jabaliya, segundo as equipes de resgate.
O Exército israelense indicou nesta quarta-feira que atacou "cerca de 30 alvos terroristas na Faixa de Gaza".
"Os soldados eliminaram dezenas de terroristas armados e desmantelaram grande parte da infraestrutura terrorista em Rafah", no sul, afirmou o Exército em um comunicado.
Os confrontos também continuam na fronteira entre o Líbano e Israel.
Um líder do partido Fatah – do presidente palestino Mahmoud Abbas – e uma fonte de segurança libanesa relataram a morte, nesta quarta-feira, de um oficial desse grupo em um ataque israelense a Sidon, no sul do Líbano.
O Exército israelense confirmou nesta quarta-feira que atacou o comandante Jalil al Maqdah, chefe do braço armado da Fatah no Líbano, a quem acusa de trabalhar para o Irã.
Este "assassinato" é "mais uma prova de que Israel quer desencadear uma guerra em grande escala na região", disse à AFP Tufiq Tirawy, membro do Comitê Central do Fatah em Ramallah, sede da Autoridade Palestina na Cisjordânia ocupada.
Nesta quarta-feira, o Ministério da Saúde libanês anunciou que os ataques israelenses deixaram pelo menos um morto e 19 feridos no leste do país, horas depois da morte de quatro pessoas em outros ataques no sul.
O Hezbollah assumiu a responsabilidade pelo lançamento de foguetes Katyusha contra várias posições militares no norte de Israel.
- Divergências -
"Isso é algo que tem que ser feito, e tem que ser feito nos próximos dias, e faremos tudo o que for possível para conseguir", disse Blinken sobre a proposta de trégua.
Os Estados Unidos apresentaram uma nova proposta nas negociações em Doha na semana passada entre Israel e os mediadores.
Blinken garantiu que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, aceitou o plano e pediu ao Hamas que fizesse o mesmo na terça-feira.
No entanto, de acordo com a imprensa israelense, Netanyahu insiste que Israel mantenha o controle do corredor de Filadélfia, uma faixa de 14 quilômetros ao longo da fronteira entre Gaza e o Egito.
Desde o início, foi dito "muito claramente que os Estados Unidos não aceitam uma ocupação de longo prazo de Gaza por Israel", disse Blinken, quando questionado sobre os supostos comentários de Netanyahu.
O Hamas disse desejar "chegar a um cessar-fogo", mas rejeitou as "novas condições" impostas por Israel à proposta dos EUA.
A guerra eclodiu em 7 de outubro, quando combatentes do Hamas lançaram um ataque que matou 1.199 pessoas no sul de Israel, a maioria civis, segundo um relatório da AFP baseado em números oficiais.
Também fizeram 251 reféns, dos quais 105 permanecem em Gaza, incluindo 34 considerados mortos, segundo o Exército.
A ofensiva israelense na Faixa de Gaza deixou pelo menos 40.223 mortos, segundo o Ministério da Saúde do Hamas, que não detalha quantos são civis ou combatentes.
Segundo a ONU, a maioria dos mortos são mulheres e crianças.
O Exército israelense anunciou na terça-feira a recuperação dos corpos de seis reféns em uma operação em um túnel de Khan Yunis.
H.Seidel--BTB