-
França celebra festa nacional com homenagem à Ucrânia e aos europeus
-
Homem identificado como colombiano morre baleado pelo ICE nos EUA
-
Ucrânia acusa Rússia de executar centenas de prisioneiros de guerra desde 2022
-
Famílias recuperam corpos de parentes após incêndio em bar de Bangcoc que deixou 30 mortos
-
EUA lança novos ataques contra o Irã, embora Trump ainda considere 'possível' um acordo
-
Colombiano morre baleado por ICE nos EUA
-
EUA lança novos ataques contra Irã, embora Trump ainda considere 'possível' um acordo
-
Nove estrangeiros entre os 13 mortos no incêndio na Andaluzia
-
Aliados de Kiev reforçam ajuda à Ucrânia e aumentam pressão sobre Moscou
-
Flávio Bolsonaro é proibido de visitar o pai até depois das eleições
-
Colombiano morre baleado nos EUA em incidente com participação do ICE
-
Trump anuncia 'mensagem à nação' nesta quinta-feira
-
EUA retoma ações judiciais sobre vínculo entre Tylenol e o autismo
-
Estados americanos entram com ação contra aquisição da Warner pela Paramount
-
Ao menos 68 pessoas morreram em terremotos no marco zero de Caracas
-
Aliados da Ucrânia se reúnem em Paris para intensificar pressão sobre Rússia
-
Detidos, deportados e devolvidos: o pesadelo dos 'sonhadores' nos EUA
-
Xabi Alonso pede 'fome de vitória' em sua primeira coletiva à frente do Chelsea
-
Novo técnico do Liverpool, Iraola se diz pronto para 'magia' de Anfield
-
'Até o fim': o trauma de um voluntário que procura familiares soterrados na Venezuela
-
Incêndio devasta floresta de Fontainebleau, perto de Paris
-
Bukele buscará terceiro mandato em El Salvador sem concorrentes à vista
-
Árbitro que aplicou 'Lei Vini Jr.' apitará semifinal da Copa entre Espanha e França
-
Trump anuncia retomada de bloqueio naval em plena escalada com Irã
-
Uruguai negocia com Diego Forlán para ser técnico interino após saída de Bielsa
-
Classe política do Quênia explora jovens pobres para causar distúrbios
-
Cinco estrangeiros e espanhol entre primeiros mortos identificados do incêndio na Andaluzia
-
Iêmen bombardeia aeroporto de Sanaa e huthis ameaçam com represálias
-
Croácia anuncia Slaven Bilic como novo treinador
-
Aliados da Ucrânia se reúnem em Paris para aumentar pressão sobre a Rússia
-
Copa do Mundo entra em sua última semana com aguardados confrontos das semis
-
Christopher Nolan adapta em grande estilo a epopeia de Ulisses em 'A Odisseia'
-
Oriente Médio registra os ataques mais intensos desde o cessar-fogo Irã-EUA
-
UE quer estabelecer acesso 'progressivo e gradual' de menores às redes sociais
-
O calor, um inimigo perigoso para pessoas com dificuldade de suar
Presidente chinês reafirma compromisso para manter boas relações com EUA
O compromisso de Pequim para manter boas relações com Washington "não mudou", afirmou nesta quinta-feira (29) o presidente chinês Xi Jinping ao conselheiro de Segurança da Casa Branca, Jake Sullivan, durante sua visita à capital da China.
Sullivan é o primeiro conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca a visitar o país desde 2016. A visita acontece em um momento de tensões a China e aliados importantes dos Estados Unidos na Ásia: Japão, Filipinas e Taiwan.
O governo dos Estados Unidos se comprometeu na quarta-feira a apoiar estes países.
Nesta quinta-feira, o presidente chinês declarou a Sullivan que, apesar das "mudanças importantes, o compromisso da China com o objetivo de um desenvolvimento estável, saudável e sustentável das relações China e Estados Unidos não mudou", segundo canal público CCTV.
"Esperamos que os Estados Unidos trabalhem com a China para que se encontrem no meio do caminho", acrescentou Xi
Algumas horas antes, Sullivan teve uma reunião com o general chinês Zhang Yuxia, vice-presidente da Comissão Militar Central, em um raro encontro presencial, para abordar em particular a situação da ilha autônoma de Taiwan.
Segundo um comunicado da Casa Branca, Sullivan destacou a importância de manter a "estabilidade" no Estreito de Taiwan, que separa a ilha do continente chinês.
Também insistiu na importância da "liberdade de navegação" no Mar da China Meridional, cenário de incidentes entre Pequim e Manila.
Zhang insistiu que o status da ilha autônoma de Taiwan constitui "a primeira linha vermelha que não pode ser atravessada no que diz respeito às relações China-EUA".
"A China sempre esteve comprometida em manter a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan", declarou, segundo um comunicado do Ministério da Defesa chinês.
"A 'independência de Taiwan' é incompatível com a paz e a estabilidade no Estreito", acrescentou.
"A China exige que os Estados Unidos acabem com todo o conluio militar com Taiwan, parem de armar Taiwan e parem de espalhar notícias falsas sobre Taiwan", afirmou Zhang Yuxia, segundo o comunicado.
- Maior perturbador -
A China, que considera Taiwan parte do seu território, acusa os Estados Unidos, principal fornecedor de armas da ilha, de apoiar tacitamente o movimento de independência.
Pequim não descarta a opção militar para reincorporar Taiwan em algum momento.
Apesar de uma relação bilateral tensa, China e Estados Unidos mantêm um diálogo. Segundo a Casa Branca, os dois países começaram a preparar uma possível conversa telefônica entre o presidente americano, Joe Biden, e seu homólogo chinês nas próximas semanas.
"O presidente Biden aguarda com ansiedade para voltar a manter um diálogo com o senhor nas próximas semanas", afirmou Sullivan ao presidente Xi durante a reunião em Pequim.
O Japão, signatário de um tratado de segurança com os Estados Unidos, mobilizou caças na segunda-feira após a incursão sem precedentes de uma aeronave militar chinesa em seu espaço aéreo.
O governo das Filipinas, vinculado aos Estados Unidos por um tratado de defesa mútua, declarou na terça-feira que a China é o "maior perturbador" da paz na região, após uma série de incidentes no Mar da China meridional com navios chineses.
Na quarta-feira, Pequim alertou Washington contra qualquer apoio às Filipinas no Mar da China Meridional, enquanto o governo americano reafirmou no mesmo dia o compromisso com a defesa de seus aliados na região.
"O governo dos Estados Unidos não deve utilizar os tratados bilaterais como pretexto para minar a soberania e a integridade territorial da China", afirmou o chefe da diplomacia de Pequim, Wang Yi.
J.Fankhauser--BTB