-
Famílias recuperam corpos de parentes após incêndio em bar de Bangcoc que deixou 30 mortos
-
EUA lança novos ataques contra o Irã, embora Trump ainda considere 'possível' um acordo
-
Colombiano morre baleado por ICE nos EUA
-
EUA lança novos ataques contra Irã, embora Trump ainda considere 'possível' um acordo
-
Nove estrangeiros entre os 13 mortos no incêndio na Andaluzia
-
Aliados de Kiev reforçam ajuda à Ucrânia e aumentam pressão sobre Moscou
-
Flávio Bolsonaro é proibido de visitar o pai até depois das eleições
-
Colombiano morre baleado nos EUA em incidente com participação do ICE
-
Trump anuncia 'mensagem à nação' nesta quinta-feira
-
EUA retoma ações judiciais sobre vínculo entre Tylenol e o autismo
-
Estados americanos entram com ação contra aquisição da Warner pela Paramount
-
Ao menos 68 pessoas morreram em terremotos no marco zero de Caracas
-
Aliados da Ucrânia se reúnem em Paris para intensificar pressão sobre Rússia
-
Detidos, deportados e devolvidos: o pesadelo dos 'sonhadores' nos EUA
-
Xabi Alonso pede 'fome de vitória' em sua primeira coletiva à frente do Chelsea
-
Novo técnico do Liverpool, Iraola se diz pronto para 'magia' de Anfield
-
'Até o fim': o trauma de um voluntário que procura familiares soterrados na Venezuela
-
Incêndio devasta floresta de Fontainebleau, perto de Paris
-
Bukele buscará terceiro mandato em El Salvador sem concorrentes à vista
-
Árbitro que aplicou 'Lei Vini Jr.' apitará semifinal da Copa entre Espanha e França
-
Trump anuncia retomada de bloqueio naval em plena escalada com Irã
-
Uruguai negocia com Diego Forlán para ser técnico interino após saída de Bielsa
-
Classe política do Quênia explora jovens pobres para causar distúrbios
-
Cinco estrangeiros e espanhol entre primeiros mortos identificados do incêndio na Andaluzia
-
Iêmen bombardeia aeroporto de Sanaa e huthis ameaçam com represálias
-
Croácia anuncia Slaven Bilic como novo treinador
-
Aliados da Ucrânia se reúnem em Paris para aumentar pressão sobre a Rússia
-
Copa do Mundo entra em sua última semana com aguardados confrontos das semis
-
Christopher Nolan adapta em grande estilo a epopeia de Ulisses em 'A Odisseia'
-
Oriente Médio registra os ataques mais intensos desde o cessar-fogo Irã-EUA
-
UE quer estabelecer acesso 'progressivo e gradual' de menores às redes sociais
-
O calor, um inimigo perigoso para pessoas com dificuldade de suar
-
Incêndio devasta a floresta de Fontainebleau
Extrema direita alemã busca bons resultados em eleições regionais importantes
Duas regiões do leste da Alemanha realizam, neste domingo (1º), eleições nas quais a extrema direita é a favorita, o que poderá enfraquecer ainda mais o governo do social-democrata Olaf Scholz, em um ambiente tenso após o ataque mortal em Solingen.
Os locais de voto abriram às 08h00 (03h00 no horário de Brasília) para os 3,3 milhões de eleitores na Saxônia e 1,7 milhão na Turíngia. As primeiras estimativas serão publicadas após o fechamento das urnas, por volta das 18h (13h em Brasília).
As eleições têm um caráter experimental nestas duas regiões e acontecem mais de uma semana depois do triplo assassinato com faca atribuído a um sírio em Solingen, no oeste do país. O ataque chocou a Alemanha e alimentou o debate sobre a imigração.
De acordo com as últimas pesquisas, o partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD) avança em ambas as regiões.
Na Turíngia, que abriga a ala mais radical da AfD com o seu líder local Björn Höcke, o partido é considerado vencedor contra os conservadores da CDU. Na Saxônia, a CDU está ligeiramente à frente, mas a novidade pode vir do novo partido BSW, formado pela ex-figura de extrema esquerda Sahra Wagenknecht.
Tanto a AfD como o BSW seduzem com o seu discurso virulento contra a imigração e por apelarem ao fim da entrega de armas à Ucrânia, uma posição muito popular nas regiões que pertenciam à antiga República Democrática Alemã (Alemanha Oriental) e onde o medo da guerra continua enraizado.
Uma vitória da AfD nas eleições regionais seria algo sem precedentes no país desde o período pós-guerra, embora seja pouco provável que o partido de extrema direita lidere um governo, uma vez que os outros partidos rejeitam qualquer coalizão com ele.
Afetaria também o governo de coalizão muito impopular de Scholz com os Verdes e os liberais do FDP, um ano antes das eleições legislativas de 2025.
Seu partido social-democrata cai cerca de 6% em ambas as regiões, segundo as pesquisas.
- Scholz sob pressão -
Os líderes da AfD tentaram aproveitar a indignação causada pelo ataque de Solingen e acusaram sucessivos governos federais de terem semeado o "caos".
O suposto agressor de Solingen, suspeito de manter relações com a organização jihadista Estado Islâmico (EI), havia evitado uma decisão de deportação.
Sob pressão, o governo de Olaf Scholz anunciou o endurecimento das regras sobre porte de armas e controle de imigração.
A Alemanha também expulsou cerca de 30 condenados afegãos na sexta-feira, pela primeira vez desde que os talibãs retornaram ao poder naquele país, há três anos.
A AfD, eurocética quando foi criada em 2013, radicalizou-se depois da grande crise migratória de 2015, da pandemia de covid-19 e depois da guerra russa na Ucrânia, que enfraqueceu a maior economia da Europa.
O partido obteve vários sucessos eleitorais nos últimos meses e o melhor resultado da sua história nas eleições europeias de 9 de junho.
S.Keller--BTB