-
França e Reino Unido firmam novo acordo para frear fluxo migratório no Canal da Mancha
-
Irã descarta reabrir Ormuz após apreender 2 navios, um de bandeira panamenha
-
Candidata a secretária-geral classifica ONU como 'conservadora em matéria de riscos'
-
Seria 'uma grande perda' se Verstappen deixasse a F1, dizem Norris e Piastri
-
Barça vence Celta (1-0) e segue firme rumo ao título; Lamine Yamal se lesiona
-
México e Washington trocam acusações após morte de dois agentes dos EUA
-
Nice vence na visita ao Strasbourg (2-0) e vai enfrentar Lens na final da Copa da França
-
Manchester City rebaixa Burnley (1-0) e assume liderança da Premier League
-
Bayern vence Leverkusen (2-0) e vai à final da Copa da Alemanha
-
Medo e incerteza entre latino-americanos retidos no Congo após expulsão dos EUA
-
Atlético de Madrid tem Almada expulso e perde (3-2) na visita ao Elche
-
Papa pede na Guiné 'respeito aos direitos de cada cidadão' após visitar uma prisão
-
PSG vence Nantes (3-0) em jogo adiado e abre 4 pontos na liderança do Francês
-
Robôs movidos por IA dão esperança e novas perspectivas à indústria alemã
-
'Colômbia Solar': símbolo da ambiciosa, mas limitada, transição energética de Petro
-
Gnabry anuncia que vai desfalcar Alemanha na Copa do Mundo de 2026
-
Médicos e pacientes protestam contra crise no sistema de saúde do Equador
-
Chelsea demite técnico Liam Rosenior após apenas três meses e meio
-
'Gás do riso' gera preocupação na França por seu impacto sobre os jovens
-
Irã intensifica repressão com prisões e execuções durante a guerra
-
'Detox digital' avança entre jovens nos EUA
-
Starmer descarta se demitir por nomear embaixador ligado a Epstein
-
Supremo Tribunal da Espanha confirma absolvição de Neymar
-
Irã anuncia apreensão de navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz
-
Censo demográfico na Índia, um desafio do tamanho do país
-
Ucrânia retoma transporte de petróleo russo para a Europa
-
Papa visitará prisão na última etapa de sua viagem pela África
-
Nasa revela novo telescópio espacial Roman, que criará um 'atlas do universo'
-
TPI rejeita recurso no caso do ex-presidente filipino Duterte
-
Anthropic investiga acesso não autorizado ao seu modelo de IA Mythos
-
Trump estende trégua e afirma que o Irã está em 'colapso financeiro'
-
Índia estabelece 'sino da água' nas escolas para combater a onda de calor
-
Toluca denuncia racismo contra o brasileiro Helinho
-
Petro encerra negociações de paz com uma das maiores guerrilhas da Colômbia
-
Virgínia aprova novo mapa eleitoral antes das 'midterms' nos EUA
-
Trump estende trégua indefinidamente, diante de um Irã desafiador
-
Bachelet espera que o mundo esteja 'preparado' para uma mulher na chefia da ONU
-
Chefe de órgão eleitoral do Peru renuncia após irregularidades no pleito
-
Kevin Warsh, de linha-dura contra a inflação a aliado de Trump
-
Homem é executado na Flórida após passar 35 anos no corredor da morte
-
Com gols de Vini e Mbappé, Real Madrid vence Alavés (2-1) e fica a 6 pontos do líder Barça
-
Atirador de pirâmide no México foi influenciado por massacre de Columbine e sacrifícios pré-hispânicos
-
Inter vence Como de virada (3-2) e avança à final da Copa da Itália
-
Lens vence Toulouse (4-1) e vai à final da Copa da França
-
Ataque armado em pirâmide no México foi planejado, dizem autoridades
-
Chelsea perde para o Brighton (3-0) no Inglês, sua 5ª derrota consecutiva sem marcar gol
-
Leicester, campeão da Premier League em 2016, é rebaixado para a 3ª divisão inglesa
-
Filha de Maradona critica duramente 'manipulação' da família por equipe médica de seu pai
-
Advogados em Miami consideram Messi "cúmplice" da AFA em processo multimilionário
-
Na Guiné Equatorial, papa faz apelo ao 'direito' e à 'justiça'
Rússia pede que EUA suspenda novas sanções ao seu petróleo devido à guerra no Oriente Médio
A Rússia pediu, nesta sexta-feira (13), aos Estados Unidos que ampliem o levantamento das sanções às suas exportações de petróleo, uma medida para atenuar os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio, à qual se opõem tanto a União Europeia quanto a Ucrânia.
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, anunciou na quinta-feira (12) uma licença que autoriza, até 11 de abril, a venda de petróleo e de produtos petrolíferos russos que já estivessem carregados em navios antes de 12 de março.
A autorização, qualificada como "medida de curto prazo", tem como objetivo "aumentar o alcance mundial da oferta existente", afirmou Bessent.
No entanto, a UE classificou a medida como "muito preocupante" e teme que ela reforce a ofensiva russa na Ucrânia.
"Tem repercussões na segurança europeia", disse Antonio Costa, presidente do Conselho Europeu, enquanto o chefe do governo alemão, Friedrich Merz, a considerou "um erro".
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, alertou, durante uma visita à França, que "esta concessão por parte dos Estados Unidos poderia dar à Rússia cerca de 10 bilhões de dólares (aproximadamente 52 bilhões de reais) para a guerra". "Isso certamente não ajuda a paz", afirmou.
Da mesma forma, o presidente francês, Emmanuel Macron, que se reuniu con Zelensky, assegurou que a Rússia está "enganada" se acredita que a guerra no Irã lhe dará uma trégua.
Na semana passada, a administração americana já havia autorizado, por um período de um mês, a entrega à Índia de petróleo russo bloqueado no mar.
- "Impossível" sem a Rússia -
Os preços do petróleo bruto dispararam desde o início da guerra no Oriente Médio, no final de fevereiro, que bloqueou o Estreito de Ormuz, por onde passa um quarto do comércio global de hidrocarbonetos.
A Rússia, um dos principais produtores de petróleo, exigiu mais medidas de Washington, ao considerar que é "impossível" estabilizar o mercado mundial de energia sem o petróleo russo.
"Vemos que os Estados Unidos buscam estabilizar os mercados energéticos e, neste ponto, nossos interesses coincidem", declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, em uma coletiva de imprensa diária da qual a AFP participou.
No entanto, garantiu que "sem volumes importantes de petróleo russo, é impossível estabilizar o mercado", assegurou.
O enviado do Kremlin para assuntos econômicos, Kiril Dmítriev, também insistiu, nesta sexta-feira, na importância do petróleo russo neste contexto.
"Os Estados Unidos reconhecem, na prática, o óbvio: sem o petróleo russo, o mercado mundial de energia não pode se manter estável", destacou no Telegram nesta sexta-feira.
O barril de Brent, referência internacional para o petróleo, se mantinha nesta sexta-feira em cerca de 100 dólares (520,45 reais).
Desde 28 de fevereiro, quando os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel contra o Irã desencadearam uma guerra regional no Oriente Médio, o petróleo chegou a atingir brevemente 120 dólares (624,54 reais) por barril.
A Rússia foi, durante anos, um dos principais fornecedores de petróleo e gás para os países da União Europeia, especialmente para a Alemanha e para os países da Europa Oriental, até a eclosão da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022.
O relaxamento das sanções coloca um dilema para os Estados Unidos, que desde 2022 tentam limitar a capacidade de Moscou de financiar a guerra na Ucrânia.
Em outubro de 2025, Washington acrescentou as gigantes petroleiras russas Rosneft e Lukoil à sua lista de sanções para pressionar o Kremlin.
Mas, na quinta-feira, suspendeu as sanções que afetavam as subsidiárias alemãs da Rosneft, sem dar explicações.
As receitas de petróleo e gás da Rússia atingiram, em janeiro, seu nível mais baixo em cinco anos e a economia russa, que depende delas, enfrenta dificuldades.
A Rússia, considerada um pária econômico aos olhos dos países ocidentais desde sua ofensiva em grande escala na Ucrânia, teve que redirecionar parte de suas exportações de petróleo bruto para outros mercados, como Índia, Turquia e China.
No entanto, o presidente russo, Vladimir Putin, assegurou na segunda-feira (9) estar disposto a fornecer petróleo e gás aos países europeus, caso estes se declarem a favor de uma "cooperação duradoura e estável" com Moscou, no contexto da escalada de preços.
H.Seidel--BTB