-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
-
Houthis dizem ter atacado "locais sensíveis" na capital saudita
-
Campeão Arsenal é atropelado pelo Brighton e perde invencibilidade no Inglês
-
Trump proíbe acesso à Casa Branca para CNN, MS NOW e Politico
Trump defende Robert Kennedy Jr. como futuro secretário de Saúde
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu, nesta segunda-feira (16), sua decisão de nomear Robert F. Kennedy Jr. como secretário de Saúde, apesar das polêmicas geradas por sua posição antivacinas.
Kennedy, uma das indicações mais polêmicas do próximo gabinete, precisa da aprovação do Senado para ser confirmado como titular da pasta de Saúde.
"Acho que ele será muito menos radical do que imaginam", disse Trump em entrevista coletiva, ao ser perguntado sobre o que diria aos pais preocupados com o risco que seus filhos poderiam correr com uma eventual política antivacina.
"Acho que ele tem uma mentalidade muito aberta, caso contrário não o teria colocado ali", garantiu o presidente eleito em sua residência de Mar-a-Lago, na Flórida.
Robert F. Kennedy Jr., sobrinho do presidente assassinado John F. Kennedy (JFK), foi candidato independente nas eleições presidenciais dos Estados Unidos este ano, antes de se juntar à campanha de Trump.
Este ex-advogado ambiental difundiu teorias conspiratórias sobre as vacinas anticovid, e teorias já refutadas sobre a relação entre vacinas e autismo.
Também defendeu que se elimine o flúor da água corrente, embora a medida seja considerada pela comunidade médica como uma grande conquista no combate às cáries.
Apesar de sua posição, RFK Jr. garantiu que não quer retirar a possibilidade de se vacinar para quem quiser fazê-lo.
Trump mencionou nesta segunda um aumento nos casos de autismo.
"Vamos investigar por que a taxa de autismo é muito mais alta que há 20, 25 ou 30 anos", disse. "Quero dizer... é como se fosse 100 vezes mais alta. Há algo que não está bem e vamos tentar averiguar", acrescentou.
Embora o autismo seja detectado com muito mais frequência hoje em dia, as pesquisas sugerem que o aumento se deve a mudanças nos critérios de diagnóstico, a uma maior consciência e melhor detecção.
Os estudos científicos não encontraram até agora nenhuma evidência de conexão entre as vacinas e o autismo.
O futuro presidente disse nesta segunda, entretanto, ser "um grande partidário" da vacina contra a pólio.
Quando lhe perguntaram se as crianças deveriam receber vacinas obrigatórias nas escolas, respondeu que não é "uma pessoa autoritária".
L.Janezki--BTB