-
Lille perde para Nice e liderança do Francês fica com o Monaco
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda nas eleições regionais abalam o governo Merz
-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
Cometa Tsuchinshan-Atlas será visível do hemisfério norte por várias noites
Retornando depois de passar perto do Sol, o cometa Tsuchinshan-Atlas será visível em todo o hemisfério norte a partir deste sábado (12) à noite e por "cerca de dez dias", seguindo o curso de uma jornada que começou há milhões de anos.
O corpo celeste, cujo nome exato é C/2023 A3, foi observável a olho nu desde o final de setembro até o início de outubro nos trópicos e na metade sul do planeta.
O cometa foi detectado na noite de sexta-feira na América do Norte, disse à AFP Eric Lagadec, astrofísico do Observatório Côte d'Azur (sul da França). Anteriormente, "não podíamos observá-lo quando estava entre a Terra e o Sol", explicou.
Lá estava prestes a desaparecer, já que foi atingido pela tempestade solar que chegou à Terra na quinta-feira e provocou auroras boreais.
Quando os cometas se aproximam do Sol, o gelo dos núcleos sublima, ou seja, passa diretamente do estado sólido para o gasoso, liberando um longo rastro de poeira que reflete a luz, ao mesmo tempo em que libera gases.
Nesse processo, uma nuvem característica – chamada de coma – se forma ao redor de seu núcleo e o cometa corre o risco de se desintegrar.
O pequeno corpo de rocha e gelo foi detectado pela primeira vez em janeiro de 2023 pelo Observatório da Montanha Púrpura da China (Tsuchinshan) e a sua existência foi confirmada por um telescópio do programa Atlas sul-africano.
A partir deste sábado, será visível em todo o hemisfério norte "durante cerca de dez dias" quando se olha para oeste e "um pouco mais alto" no céu a cada noite, disse Lagadec.
No entanto, "cada dia será um pouco menos brilhante" à medida que se afasta do Sol, esclareceu.
A menos que haja obstáculos que alterem a sua trajetória, o Tsuchinshan-Atlas não voltará para perto da Terra em até 80 mil anos, concluiu o especialista em cometas.
Com base na sua órbita e em alguns modelos, estima-se que possa ter percorrido até 400 mil vezes a distância entre a Terra e o Sol antes de chegar até nós.
É uma viagem de milhões de anos para este cometa, que provavelmente nasceu na nuvem de Oort, uma bolha no limite do sistema solar onde hipoteticamente existem pequenos planetas e corpos celestes.
C.Meier--BTB