-
Filme venezuelano retrata dor de retornar ao país natal em Cannes
-
Boicotado por Hollywood, Kevin Spacey aparece no tapete vermelho de Cannes
-
Marta volta à seleção feminina para amistosos contra os EUA
-
Luis Enrique espera final 'muito difícil' contra o Arsenal na Champions
-
EUA indicia ex-presidente cubano Raúl Castro pela derrubada de dois aviões em 1996
-
Protesto na Venezuela contra morte de presos políticos sob custódia do Estado
-
Airbnb expande negócios a hotéis boutique, aluguel de carros e entrega de comida
-
Uefa anuncia novo formato para Liga das Nações e Eliminatórias europeias
-
Emissora de rádio local inglesa anuncia por engano a morte do rei
-
Ministro israelense provoca indignação com vídeo de ativistas da flotilha com as mãos amarradas
-
Sindicato da Samsung suspende greve na Coreia do Sul 'até segunda ordem'
-
Time norte-coreano vence na Coreia do Sul e vai à final da Champions Asiática feminina
-
Entrada da SpaceX na Bolsa desperta dúvidas em Wall Street
-
Xi e Putin ratificam relação 'inabalável' à prova de turbulências mundiais
-
Irã afirma que EUA 'busca iniciar uma nova guerra' após ameaça de Trump
-
A cada braçada, 'homem peixe' denuncia contaminação por plástico no rio Amazonas
-
Southampton recorre contra exclusão da repescagem de acesso à Premier League por espionagem
-
Xhaka, Embolo e Akanji lideram lista de convocados da Suíça para Copa do Mundo
-
Rubio oferece aos cubanos uma 'nova relação' entre EUA e Cuba
-
Balança entre China e Rússia se inclina a favor de Pequim
-
Princesa das Astúrias premia 'Arca de Noé das plantas' de Svalbard
-
Ministro israelense publica vídeo de ativistas da flotilha algemados e ajoelhados
-
Brasil pode ser o próximo fornecedor global de terras raras?
-
Rubio oferece aos cubanos uma 'nova relação' entre EUA e Cuba em mensagem especial em vídeo
-
Diálogo ou guerra: eleições divididas na Colômbia à sombra da violência contra ex-guerrilheiros
-
Entrada da SpaceX na Bolsa desperta dúvidas em Wall Stret
-
OMS afirma que risco epidêmico de ebola é 'baixo' globalmente
-
Barracas e comida congelada: como é viver Cannes com baixo orçamento
-
Trump, Netanyahu e Putin são 'monstros', diz Almodóvar em Cannes
-
Ebola e hantavírus confirmam que mundo continua despreparado, diz especialista em pandemias
-
Kast demite ministra da Segurança por mau desempenho no combate ao crime no Chile
-
Xi e Putin ratificam relação 'inabalável' que resiste a turbulências mundiais
-
Indonésia reforçará controle estatal das exportações de óleo de palma e carvão
-
Sindicatos e direção da Samsung retomam negociações para evitar greve
-
China anuncia negociação com EUA para reduzir tarifas
-
Venezuela anuncia libertação de presos políticos
-
Bukele anuncia combate à corrupção depois de proclamar vitória contra as gangues em El Salvador
-
Cruzeiro arranca empate na visita ao Boca (1-1) e fica perto das oitavas da Libertadores
-
Mirassol vence Always Ready (2-1) e avança às oitavas da Libertadores
-
Sob pressão de Trump, UE chega a consenso para implementar acordo comercial com EUA
-
Principal acusado pressionou por internação domiciliar de Maradona, diz filha do astro, em julgamento
-
"Não há nada": protestos na Bolívia disparam escassez em La Paz
-
Comoção e perplexidade na mesquita de San Diego onde três pessoas morreram
-
Endrick anuncia sua volta ao Real Madrid e se despede do Lyon
-
Raya, Saliba, Gabriel Magalhães, Zubimendi, Eze, Gyökeres... Os destaques do título do Arsenal
-
'Tenho que falar com meu presidente', diz Guardiola sobre saída do City
-
Juiz federal proíbe detenções do ICE em cortes migratórias de Nova York
-
Freiburg, o azarão em busca da glória em sua primeira final europeia
-
Arsenal é campeão inglês pela primeira vez desde 2004
-
'Nunca deixei o medo me dominar', diz Endrick após convocação para Copa do Mundo
Filha de Maradona critica duramente 'manipulação' da família por equipe médica de seu pai
Uma das filhas de Diego Maradona denunciou, entre lágrimas, nesta terça-feira (21), perante a Justiça argentina, a "manipulação absoluta e horrível" da equipe médica de seu pai e assegurou que, após a notícia de sua morte, não queria "mais viver".
Gianinna Maradona sustentou que ela e seus irmãos aceitaram a internação domiciliar de seu pai depois que a equipe médica a apresentou como a melhor alternativa após a neurocirurgia a que o ex-jogador foi submetido em 3 de novembro de 2020.
Maradona morreu no dia 25 daquele mês e o julgamento busca determinar, entre outras coisas, se essa modalidade de atendimento foi apropriada.
Segundo o depoimento de Gianinna, o que a família encontrou depois na casa onde Maradona convalescia não coincidiu com o que haviam prometido: disse que não havia equipamento médico, monitoramento constante nem uma ambulância disponível, embora fosse esperada uma assistência permanente.
"A manipulação foi absoluta e horrível", disse Gianinna na audiência em San Isidro, 30 km ao norte de Buenos Aires.
"Confiei nestas três pessoas e a única coisa que fizeram foi nos manipular e deixar meu filho sem avô", acrescentou, ao se referir ao neurocirurgião Leopoldo Luque, à psiquiatra Agustina Cosachov e ao psicólogo Carlos Díaz.
Mais adiante na audiência, ao recordar que já se passaram seis anos da morte de seu pai, ressaltou entre lágrimas: "Não houve uma noite sequer em que eu não tenha ido para a cama implorando para que me levasse com ele, em que eu não quisesse mais viver."
"Tive de recorrer a um psiquiatra e a estar medicada", acrescentou, antes de se retirar por um momento da sala devido à comoção que lhe causou o seu próprio depoimento.
Além de Luque, Cosachov e Díaz, outros quatro acusados podem pegar até 25 anos de prisão por homicídio com dolo eventual, uma acusação que implica que tinham consciência de que suas ações poderiam ocasionar a morte.
Em diversos momentos, Gianinna acusou a equipe médica de fazer um discurso para a família e outro distinto entre si.
"Para além do que falavam conosco, eles tinham em paralelo outra estratégia", indicou, depois que foram exibidos áudios de WhatsApp que os integrantes da equipe médica de Maradona haviam trocado entre si sobre como se protegerem diante de uma eventual complicação do ex-jogador.
"Nada do que nos disseram estava acontecendo, não havia equipamentos. Havia sim enfermeiras, apoio terapêutico, mas pensávamos que ele estaria sendo monitorado", relatou.
Esta é a segunda vez que a Justiça tenta esclarecer as circunstâncias da morte do astro do futebol, depois que o primeiro julgamento foi anulado no ano passado quando veio à tona a informação de que uma das juízas estava participando de um documentário clandestino sobre o caso.
Com duas audiências semanais, está previsto que o processo dure pelo menos até a segunda quinzena de julho. Uma oitava acusada será julgada em separado por um tribunal do júri. Cerca de 120 testemunhas foram convocadas para esse processo.
M.Furrer--BTB