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Bombardeios em Kiev deixam ao menos cinco mortos
Várias explosões sacudiram nesta segunda-feira (8) a cidade de Kiev e deixaram pelo menos cinco mortos, informaram as autoridades ucranianas, após um grande ataque contra a capital do país.
"O balanço provisório é de cinco mortos. Estamos atualizando os dados", anunciou no Telegram o comandante da administração militar de Kiev, Sergiy Popko.
O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, afirmou que fragmentos de mísseis - derrubados pela defesa antiaérea - caíram em dois bairros do centro da cidade.
O último grande ataque contra Kiev havia acontecido em 12 de junho.
A administração militar de Kiev afirmou no Telegram que destroços de mísseis caíram em seis bairros da capital. O chefe da administração presidencial ucraniana, Andrii Yermak, denunciou um ataque "contra civis e infraestruturas".
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, afirmou que as forças russas dispararam "mais de 40 mísseis" contra várias cidades do país, incluindo Dnipro, Kryvyi Rih, Sloviansk e Kramatorsk.
Os ataques em Kryvyi Rih deixaram pelo menos 10 mortos e mais de 30 feridos, segundo o prefeito da cidade.
Os bombardeios atingiram infraestruturas e um hospital pediátrico, anunciou Zelensky no Telegram. O presidente destacou que "todos os serviços foram mobilizados para salvar o maior número possível de pessoas".
"Atenção, a Força Aérea de longo alcance da Federação Russa voltou a lançar mísseis contra a Ucrânia", postou o Exército polonês na rede social X. A Polônia, um país que tem fronteira com a Ucrânia, apoia Kiev no conflito.
Na região de Kharkiv, nordeste do país, cenário de uma ofensiva russa desde 10 de maio, cinco civis morreram na explosão de uma mina em uma rodovia durante a passagem de seu veículo, informou o comandante do distrito militar, Oleg Synegoubov.
A explosão aconteceu "perto do cemitério número 17, em uma estrada florestal não asfaltada, na direção da localidade de Tsyrkuny", ao norte de Kharkiv, escreveu o comandante no Telegram. As vítimas eram um homem de 53 anos, duas mulheres de 64 e 25 anos, uma criança de cinco anos e um bebê de três meses.
O.Bulka--BTB