-
Guerra entre Irã e EUA se intensifica e trânsito de Ormuz fica paralisado
-
Nos pubs de Londres, da euforia à desolação em sete minutos
-
'É uma loucura jogar duas finais de Copa seguidas', diz Messi após vitória da Argentina
-
Jogadores da Argentina comemoram vitória com faixa reivindicando Ilhas Malvinas
-
'Continuem acreditando', pede Giuliano Simeone aos torcedores argentinos
-
'Não me arrependo', diz Tuchel sobre postura da Inglaterra contra Argentina
-
'Jogamos com a faca nos dentes', diz 'Dibu' Martínez após vitória sobre a Inglaterra
-
'Cair nesta fase é devastador', reconhece Kane
-
'Sonhei com isso', diz Lautaro Martínez sobre gol da vitória da Argentina
-
'Este grupo não para de me surpreender', diz Scaloni após vitória sobre a Inglaterra
-
Argentina vence Inglaterra de virada (2-1) e vai enfrentar Espanha na final da Copa do Mundo
-
Número de mortos por terremotos na Venezuela passa de 4.800
-
Anistia Internacional denuncia centenas de mortes em prisões de El Salvador
-
Alcaraz deve voltar às quadras em meados de agosto, em Cincinnati
-
Zelensky apoia diretor da Naftogaz para cargo de primeiro-ministro
-
França aprova direito à morte assistida após anos de debates
-
Republicanos apresentam plano de gastos antes das eleições de novembro nos EUA
-
Fifa defende árbitro da semifinal da Copa após críticas de Deschamps
-
Técnico francês Sébastien Migné deixa Haiti e assume seleção do Gabão
-
CEO do Bayer Leverkusen aponta 'problemas estruturais' após decepção da Alemanha na Copa
-
Trump diz que ICE manterá fiscalizações nas estradas
-
Guerra entre Irã e EUA se intensifica com bombardeios e fechamento de Ormuz
-
Mais que uma seleção, Espanha constrói uma 'equipe' para chegar à final da Copa
-
Mulheres denunciam ex-dirigente de agência de modelos Elite por estupro
-
Cidade natal de Bellingham celebra estrela da seleção inglesa
-
Até 45% dos riscos de demência poderiam ser prevenidos ou adiados, afirma OMS
-
Starmer se despede em clima descontraído e promete apoio a sucessor
-
Imprensa espanhola celebra classificação da 'Roja' à final
-
Ateliê de moda passa a confeccionar bolsas mortuárias após terremotos na Venezuela
-
Ebola se alastra pela República Democrática do Congo
-
Argentina e Inglaterra reacendem rivalidade para enfrentar Espanha na final da Copa
-
Quênia nega aos rastafáris o direito de fumar maconha por motivos religiosos
-
Biden anuncia livro de memórias e afirma que tratamento contra o câncer vai 'muito bem'
-
Cuba restabelece eletricidade após terceiro apagão geral em menos de dez dias
-
Guerra entre Irã e EUA se intensifica
-
China acaba com 'namorados' e amizades criados por IA
-
Fim da fronteira fecha 'ferida aberta' entre Espanha e Gibraltar, diz Pedro Sánchez
-
'Eu vivo isso com tranquilidade', diz à AFP a sósia russa de Haaland
-
França vota para legalizar direito à eutanásia
-
Austrália anuncia que promulgará leis para regulamentar IA e centros de dados
-
Crescimento econômico da China registra ritmo mais lento em três anos
-
Novos ataques na região de Ormuz; EUA retoma bloqueio aos portos do Irã
-
Argentina x Inglaterra: o duelo mais acirrado valendo vaga na final da Copa do Mundo
-
Ex-líder das Farc teme violência na Colômbia após ameaças do presidente eleito
-
Scaloni pede para que não misturem semifinal Argentina-Inglaterra com Malvinas
Voluntários buscam sobreviventes em hospital de Kiev após um bombardeio russo
Milhares de voluntários vieram nesta segunda-feira (8) retirar tijolos e detritos deixados por um devastador bombardeio russo contra um hospital infantil na capital ucraniana, onde mais de 30 pessoas morreram em uma onda de ataques em várias cidades.
Pouco depois de os sobreviventes do bombardeio terem saído do bunker subterrâneo do hospital infantil Okhmatdyt, em Kiev, uma multidão formou uma corrente humana para remover os escombros, pedaço por pedaço.
Vizinhos, equipes de resgate, militares e médicos correram para o local após saberem que havia pessoas presas sob os escombros.
O bombardeio foi causado, segundo as autoridades ucranianas, por um míssil de cruzeiro russo que destruiu várias partes do hospital.
Quando os mísseis começaram a cair sobre Kiev, Pavlo Holoviy correu para o hospital infantil, onde seu filho se recuperava de uma operação recente.
Quando ele chegou, ainda saía fumaça dos escombros.
O homem de 37 anos afirmou que foi “impossível conter” a emoção depois de encontrar a mulher e o filho sãos e salvos.
“Honestamente, o principal era ver minha esposa e meu filho, não prestei atenção no resto”, disse Holoviy.
Pacientes, funcionários e familiares correram para o abrigo subterrâneo assim que os alarmes soaram na manhã desta segunda-feira (8), segundo Natalia Svidler, 40.
“Ouvimos um estrondo e então o teto do porão desabou um pouco”, disse Svidler, cujo filho, Illia, seria operado esta semana.
“Todos ficaram muito assustados, é claro. Todos começaram a gritar e a correr”, disse ela.
No início da manhã, o alerta de bombardeio soou e os médicos decidiram transferir pacientes e funcionários para o porão do hospital.
“Por alguma razão, sempre pensamos que Okhmatdyt estava protegido”, disse Nina, uma funcionária do estabelecimento de 68 anos.
“Tínhamos 100% de certeza de que [os russos] não atacariam aqui”, disse ela à AFP, contando como o pessoal de saúde começou a transportar crianças conectadas a um soro intravenoso para o abrigo subterrâneo o mais rápido possível.
"Que me matassem! Eu já vivi! Mas por que essas crianças?", perguntou-se.
- Hospital "destruído" -
Nos corredores e ao redor do hospital, onde as equipes de resgate foram mobilizadas em busca de sobreviventes, havia poças de sangue e vidros quebrados.
"As instalações estão destruídas. Nesta situação, provavelmente será impossível trabalhar", disse Oleksander, médico do hospital.
Um socorrista jogou uma pequena mochila rosa através de uma janela, e outros removeram tijolos do chão para abrir caminho para os médicos.
O corpo de um adulto jazia, coberto por um lençol branco, sobre um gramado próximo ao hospital.
Mais tarde, outra explosão ocorreu na capital, forçando equipes de emergência e voluntários a se protegerem.
Segundo as autoridades locais, outro centro médico em Kiev foi atingido por outro ataque, deixando pelo menos quatro mortos.
As forças russas atacaram várias cidades na Ucrânia nesta segunda-feira (8), matando mais de 30 pessoas e ferindo dezenas, segundo as autoridades.
O Ministério da Defesa russo, por sua vez, destacou que os danos em Kiev foram causados por mísseis de defesa aérea ucranianos.
Os bombardeios desta segunda-feira (8) ocorreram numa altura em que, na linha da frente, o Exército russo vem ganhando terreno há meses e tenta aproveitar as dificuldades do exército ucraniano para reabastecer as suas fileiras e obter mais armas e munições do Ocidente.
Coincidiram também com uma visita do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a Varsóvia, antes de participar numa cimeira da Otan em Washington, onde se espera que peça mais apoio militar aos seus aliados.
G.Schulte--BTB