-
Três policiais franceses são julgados pela morte de entregador em 2020
-
Jordânia detém três membros de uma família após ataque contra igreja
-
Anthropic divulga documentos para abertura de capital que revelam aumento das vendas e riscos de IA
-
Chris Brown é condenado por briga em boate mas tem prisão suspensa
-
Bolsa de São Paulo despenca após vitória de Lula no Brasil
-
Lula celebra reeleição histórica e mal recebida pelos mercados
-
Macron alerta para riscos à segurança em novos protestos previstos para sábado
-
Comissão da ONU acusa Israel de 'extermínio' na Cisjordânia
-
Oxford Street ganha trecho exclusivo para pedestres em Londres
-
Trump ataca a Noruega, irritado por não ter recebido o Nobel da Paz
-
Guia prático do sistema eleitoral em Israel
-
'Vitória histórica': Lula é celebrado na América Latina e no Sul Global
-
Modelo de IA da Anthropic acessou dados de eleitores dos EUA
-
Oposição acusa Netanyahu de brincar com fogo sobre o Irã na véspera da eleição
-
Mais de 1.400 detidos nas manifestações de sábado na França
-
Movimento estudantil conquista vitória contra a direita na Sérvia
-
Elite governante da China inicia reunião crucial sobre a liderança do país
-
Coalizão saudita anuncia ataque contra instalação de mísseis houthis
-
Trump afirma que acordo comercial com o Canadá acontecerá em breve
-
'Bora Lula!': milhares de pessoas celebram nas ruas de São Paulo
-
Lula conquista quarto mandato inédito e Flávio não reconhece resultado
-
Lula conquista quarto mandato e Flávio diz que vai pedir anulação do segundo turno
-
Líderes de esquerda das Américas comemoram reeleição de Lula
-
Os desafios do quarto mandato de Lula
-
Lula, o ícone da esquerda que desafiou o tempo e a extrema direita
-
Lula vence Flávio Bolsonaro contra todos os prognósticos e governará o Brasil pela 4ª vez
-
Líder opositora retorna para Venezuela após quase um ano no exílio
-
Segundo turno de tirar o fôlego: Lula e Bolsonaro disputam voto a voto na metade da apuração
-
Mbappé decide e dá vitória ao Real Madrid no clássico contra o Barcelona
-
Brasil em suspense diante da apuração dos votos do 2º turno entre Lula e Bolsonaro
-
Mais de 2,6 mil palestinos são 'deslocados à força' por operação israelense na Cisjordânia (Autoridade Palestina)
-
Antonelli vence GP dos EUA e fica muito perto do título da F1
-
Partido governante reconhece derrota em eleições legislativas na Sérvia
-
Zanin, do STF, prorroga votação do 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro
-
Líder opositora María Corina Machado retorna à Venezuela após exílio
-
Rennes vence Strasbourg e assume liderança do Campeonato Francês
-
Brasil escolhe entre Bolsonaro e Lula, que denuncia obstáculos para votar
-
Rubio diz que retorno de Machado à Venezuela é resultado de diálogos respaldados pelos EUA
-
Bayern vence Freiburg e vai para clássico com Dortmund na liderança do Alemão
-
Manchester United perde para Bournemouth e emenda 8 jogos sem vitória
-
Acuado por protestos, premiê albanês ameaça multar manifestantes
-
Líder opositora María Corina Machado retorna à Venezuela
-
Marine Le Pen promete restaurar ordem ao lançar campanha presidencial na França
-
Mobilizados, apoiadores de Lula cruzam os dedos no Rio de Janeiro, reduto do bolsonarismo
-
Líder opositora María Corina Machado anuncia retorno à Venezuela
-
Inter de Milão vira sobre Fiorentina e volta à liderança do Italiano
-
Arábia Saudita retoma voos no aeroporto da capital apesar de ataques houthis no Iêmen
-
Musetti vence Fritz na final e é campeão do ATP 250 de Lyon
Venezuela retira convite à UE para observar eleições presidenciais
A dois meses das eleições presidenciais de 28 de julho, a autoridade eleitoral da Venezuela anunciou, nesta terça-feira (28), que está retirando o seu convite à União Europeia (UE) para observar o pleito, depois que o bloco ratificou sanções contra funcionários do governo de Nicolás Maduro.
"A Venezuela revoga e deixa sem efeito o convite que enviou à União Europeia", anunciou o presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Elvis Amoroso, ao ler um comunicado no qual pediu um "levantamento total" das sanções e "o fim da posição hostil" do grupo europeu.
Em meados de maio, a UE ratificou sanções contra 50 funcionários, embora tenha levantado temporariamente a de Elvis Amoroso, que então tachou a medida de "chantagem". Outros três ex-diretores da instituição também foram beneficiados.
O porta-voz do serviço diplomático da UE, Peter Stano, declarou, então, que a decisão de suspender as sanções a Amoroso reafirmava o "compromisso e apoio [desta instituição] ao bom progresso do processo eleitoral" e buscava "fortalecer os esforços venezuelanos para eleições presidenciais inclusivas e competitivas".
Contudo, Amoroso respondeu agora ao bloco que "seria imoral permitir sua participação conhecendo suas práticas neocolonialistas e intervencionistas contra a Venezuela [...], não sendo grata a sua presença em um processo eleitoral tão importante".
Além da União Europeia, Caracas convidou, em março, o Centro Carter, o grupo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul), a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), a Comunidade do Caribe (Caricom) e a União Africana para acompanhar as eleições.
Amoroso ratificou "a convocatória ampla", com exceção da UE, "sempre que aqueles que participem cumprirem a Constituição e a legislação venezuelana".
Maduro tentará um terceiro mandato que o projetaria a 18 anos no poder. Seu principal adversário é Edmundo González Urrutia, designado pela principal aliança opositora, a Plataforma Unitária, em representação da líder inabilitada María Corina Machado.
- 'Compromisso' na mesa de negociação -
A União Europeia não informou se aceitaria o convite de Venezuela, mas manteve reuniões preparatórias com o CNE.
Antes do anúncio de Amoroso, a coalizão Plataforma Unitária teria exigido ao CNE, nesta mesma terça-feira, que procedesse "de maneira imediata, sem mais dilações, a formalizar mediante a assinatura do acordo administrativo correspondente, a presença da missão de observação eleitoral da UE".
De acordo com essa aliança, permitir a missão de observação eleitoral da UE foi "um dos compromissos que Nicolás Maduro assumiu no âmbito do acordo de Barbados", referindo-se às negociações entre delegados do governo chavista e a oposição no país caribenho.
Após esses acordos em outubro do ano passado, os Estados Unidos flexibilizaram suas sanções contra o petróleo, o gás e o ouro da Venezuela, mas voltou a retomá-las em abril pela confirmação das inabilitações contra dirigentes opositores como Machado.
A União Europeia enviou uma missão em 2021 para as últimas eleições de prefeitos e governadores nas quais identificou melhoras consideráveis no sistema de votação, mas também irregularidades como "o uso extensivo de recursos do Estado" para apoiar candidatos do chavismo governante e medidas contra candidatos e partidos políticos da oposição.
Sua presença terminou de forma abrupta depois que Maduro tachou seus delegados de "inimigos" e "espiões".
T.Bondarenko--BTB