-
Trump acusa China de 'maior comprometimento de dados eleitorais da História'
-
Forte tempestade deixa três mortos no Chile
-
Xi vai apresentar em conferência visão da China sobre IA
-
Trump promete defender 'integridade' eleitoral em discurso à nação
-
Guerra entre Irã e EUA se agrava com ataques a infraestruturas
-
MLS é retomada ainda sem Messi e com estreia de Lewandowski adiada
-
Preocupações com crescimento derrubam ação da Netflix
-
Antetokounmpo chega a Miami com Messi como fonte de inspiração
-
EUA restringe permanência de jornaslitas e estudantes estrangeiros
-
Destroços de helicóptero que caiu em NY tinham sinais de impacto com aves
-
Fumaça perigosa de incêndios florestais no Canadá afeta os EUA
-
LeBron James mantém NBA em suspense sobre seu futuro time
-
À espera de Messi, Major League Soccer retorna com novas atrações
-
Seleção francesa aguarda Zidane, favorito para substituir Deschamps como técnico
-
Nicarágua rompe relações com Itália por caso de fugitivo das Brigadas Vermelhas
-
Mauro Vieira critica declaração 'grosseira e arrogante' de Rubio sobre Lula
-
Norris é punido após trocar bateria e largará dez posições atrás no GP da Bélgica
-
Milei considera 'válido e lícito' o uso da faixa sobre Malvinas
-
Destituição de ministro da Defesa divide comando militar da Ucrânia
-
EUA restringe permanência de jornalistas e estudantes estrangeiros
-
Imprensa inglesa critica Tuchel após eliminação na Copa do Mundo
-
AIEA considera 'inaceitável' morte de engenheiro de usina nuclear da Ucrânia
-
Trump prepara batalha das legislativas com discurso à nação
-
UE impõe ao Google novas medidas para abrir o Android à concorrência
-
Reino Unido pede à Fifa investigação sobre faixa evocando as Malvinas na semifinal da Copa
-
Presidente eleito da Colômbia prevê abrir uma embaixada em Jerusalém
-
Por trás das ruínas, o paraíso dos surfistas que sobreviveu aos terremotos na Venezuela
-
EUA anuncia nova tarifa de 25% sobre produtos do Brasil, que promete acionar lei de reciprocidade
-
Copa do Mundo da América do Norte terá sua Finalíssima
-
Starmer é condecorado por Zelensky em sua última visita à Ucrânia como primeiro-ministro
-
Entre ameaças e ataques, guerra entre Irã e EUA se intensifica
-
Burnham pressionado a garantir paridade de gênero em seu futuro governo trabalhista
-
Arturo Pérez-Reverte, o escritor que sempre se lembra das guerras que cobriu
-
Parlamento da Ucrânia aprova Sergiy Koretsky como novo primeiro-ministro
-
Ator Sam Neill morreu vítima de pneumonia, afirma agente
-
EUA e Irã prosseguem com ataques e trégua está cada vez mais distante
-
Estados Unidos anunciam nova tarifa de 25% sobre produtos do Brasil, que promete acionar lei de reciprocidade
ONU considera 'incompreensível' número de palestinos mortos na Cisjordânia desde 7 de outubro
O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, pediu nesta terça-feira (4) o fim da violência na Cisjordânia ocupada e afirmou que é "incompreensível" que mais de 500 palestinos tenham sido mortos no território palestino desde 7 de outubro.
"Como se os trágicos eventos em Israel e depois em Gaza nos últimos oito meses não fossem suficientes, a população da Cisjordânia ocupada também está submetida, dia após dia, a um derramamento de sangue sem precedentes", afirmou Turk em comunicado.
"É incompreensível que tantas vidas tenham sido perdidas desta maneira sem sentido", acrescentou.
A Cisjordânia, ocupada por Israel desde 1967, registra um aumento da violência desde o início da guerra entre Israel e o movimento islamista palestino Hamas, em 7 de outubro, em Gaza.
Em 1º de junho, as forças israelenses mataram um adolescente palestino e feriram outro nas imediações dos campos de refugiados de Aqabat Jabr, perto da cidade de Jericó, afirmou Turk no comunicado. O segundo jovem faleceu no dia seguinte.
"A sua morte, assim como a de outros quatro palestinos assassinados pelas forças de segurança israelenses na segunda-feira, eleva para 505 o número de palestinos mortos desde 7 de outubro, segundo informações avaliadas pela agência de direitos humanos da ONU", afirmou.
As autoridades palestinas afirmam que pelo menos 522 palestinos morreram na Cisjordânia em ataques de soldados ou colonos israelenses desde o início do conflito.
No mesmo período, 24 israelenses, incluindo oito membros das forças de segurança, morreram na Cisjordânia e em Israel em confrontos ou supostos ataques de palestinos no território ocupado, afirma o comunicado da ONU.
"Os assassinatos, a destruição e as violações generalizadas dos direitos humanos são inaceitáveis e devem cessar imediatamente", exigiu Turk, que fez um apelo a Israel para "adotar e aplicar normas de compromisso", que obedeçam às leis em termos de direitos humanos.
A missão diplomática israelense em Genebra reagiu dizendo em um comunicado que desde 7 de outubro, "a atividade terrorista aumentou drasticamente na Cisjordânia", com "mais de 500 ataques" perpetrados por palestinos neste território ocupado.
"Essa é a realidade que o Alto Comissariado escolheu ignorar e desestimar", afirmou a missão diplomática, que prometeu que Israel "seguirá operando contra o terrorismo palestino".
N.Fournier--BTB