-
MLS é retomada ainda sem Messi e com estreia de Lewandowski adiada
-
Preocupações com crescimento derrubam ação da Netflix
-
Antetokounmpo chega a Miami com Messi como fonte de inspiração
-
EUA restringe permanência de jornaslitas e estudantes estrangeiros
-
Destroços de helicóptero que caiu em NY tinham sinais de impacto com aves
-
Fumaça perigosa de incêndios florestais no Canadá afeta os EUA
-
LeBron James mantém NBA em suspense sobre seu futuro time
-
À espera de Messi, Major League Soccer retorna com novas atrações
-
Seleção francesa aguarda Zidane, favorito para substituir Deschamps como técnico
-
Nicarágua rompe relações com Itália por caso de fugitivo das Brigadas Vermelhas
-
Mauro Vieira critica declaração 'grosseira e arrogante' de Rubio sobre Lula
-
Norris é punido após trocar bateria e largará dez posições atrás no GP da Bélgica
-
Milei considera 'válido e lícito' o uso da faixa sobre Malvinas
-
Destituição de ministro da Defesa divide comando militar da Ucrânia
-
EUA restringe permanência de jornalistas e estudantes estrangeiros
-
Imprensa inglesa critica Tuchel após eliminação na Copa do Mundo
-
AIEA considera 'inaceitável' morte de engenheiro de usina nuclear da Ucrânia
-
Trump prepara batalha das legislativas com discurso à nação
-
UE impõe ao Google novas medidas para abrir o Android à concorrência
-
Reino Unido pede à Fifa investigação sobre faixa evocando as Malvinas na semifinal da Copa
-
Presidente eleito da Colômbia prevê abrir uma embaixada em Jerusalém
-
Por trás das ruínas, o paraíso dos surfistas que sobreviveu aos terremotos na Venezuela
-
EUA anuncia nova tarifa de 25% sobre produtos do Brasil, que promete acionar lei de reciprocidade
-
Copa do Mundo da América do Norte terá sua Finalíssima
-
Starmer é condecorado por Zelensky em sua última visita à Ucrânia como primeiro-ministro
-
Entre ameaças e ataques, guerra entre Irã e EUA se intensifica
-
Burnham pressionado a garantir paridade de gênero em seu futuro governo trabalhista
-
Arturo Pérez-Reverte, o escritor que sempre se lembra das guerras que cobriu
-
Parlamento da Ucrânia aprova Sergiy Koretsky como novo primeiro-ministro
-
Ator Sam Neill morreu vítima de pneumonia, afirma agente
-
EUA e Irã prosseguem com ataques e trégua está cada vez mais distante
-
Estados Unidos anunciam nova tarifa de 25% sobre produtos do Brasil, que promete acionar lei de reciprocidade
-
Messi mostra que ainda tem muito a dizer na Copa do Mundo
-
Keiko Fujimori propõe 'reconciliação' após década de instabilidade política
-
Imprensa argentina destaca vitória em 'duelo histórico' contra Inglaterra
-
Argentinos lotam as ruas após vitória sobre a Inglaterra em semifinal histórica
-
Guerra entre Irã e EUA se intensifica e trânsito de Ormuz fica paralisado
-
Nos pubs de Londres, da euforia à desolação em sete minutos
-
'É uma loucura jogar duas finais de Copa seguidas', diz Messi após vitória da Argentina
Parlamentares japoneses estudarão a possível 'ameaça' dos ovnis
Deputados japoneses criaram nesta quinta-feira (6) um grupo de trabalho para investigar as aparições de ovnis que, segundo eles, não devem ser menosprezadas, porque podem ser drones de vigilância ou armas.
O grupo de 80 membros, entre eles ex-ministros da Defesa, pedirá ao governo para reforçar suas capacidades para detectar e analisar objetos voadores não identificados, mais conhecidos como ovnis.
No Japão, os ovnis foram considerados durante muito tempo "uma matéria obscura que nada tem a ver com a política", disse o deputado opositor Yoshiharu Asakawa, membro destacado do grupo.
Mas se forem "armas secretas de última geração ou drones de espionagem camuflados, podem representar uma ameaça significativa para nossa segurança", alertou.
A questão também é objeto de análise nos Estados Unidos, cujo governo reconheceu no ano passado que examina 50 aparecimentos de ovnis, mais do triplo do reconhecido em 2021.
Em setembro, a Nasa disse que queria levar o debate sobre esse tema "do sensacionalismo à ciência".
Os deputados japoneses, de diversos partidos, adotam o mesmo enfoque entre os temores de que por trás desses fenômenos a priori paranormais haja possíveis operações de espionagem.
"É extremamente irresponsável de nossa parte aceita o fato de que algo é desconhecido e fazer vista grossa ao não identificado", disse Yasukazu Hamada, membro do grupo e ex-ministro da Defesa.
Recentemente, para o constrangimento de Tóquio, as redes sociais chinesas foram dominadas por um vídeo não autorizado de um helicóptero destroier em uma instalação militar japonesa, aparentemente filmado por um drone.
E no ano passado, o Ministério da Defesa reconheceu que tem fortes suspeitas de que alguns objetos voadores observados nos céus do Japão são balões espiões enviados pela China.
O Departamento de Defesa americano criou um escritório em 2022 para investigar tais fenômenos, que, em um relatório no ano passado, designou a região entre o oeste do Japão e a China como um “ponto quente” para observação de ovnis.
Os deputados japoneses querem que Tóquio crie um escritório semelhante e fortaleça sua cooperação e compartilhamento de inteligência com os Estados Unidos.
S.Keller--BTB