-
Destroços de helicóptero que caiu em NY tinham sinais de impacto com aves
-
Fumaça perigosa de incêndios florestais no Canadá afeta os EUA
-
LeBron James mantém NBA em suspense sobre seu futuro time
-
À espera de Messi, Major League Soccer retorna com novas atrações
-
Seleção francesa aguarda Zidane, favorito para substituir Deschamps como técnico
-
Nicarágua rompe relações com Itália por caso de fugitivo das Brigadas Vermelhas
-
Mauro Vieira critica declaração 'grosseira e arrogante' de Rubio sobre Lula
-
Norris é punido após trocar bateria e largará dez posições atrás no GP da Bélgica
-
Milei considera 'válido e lícito' o uso da faixa sobre Malvinas
-
Destituição de ministro da Defesa divide comando militar da Ucrânia
-
EUA restringe permanência de jornalistas e estudantes estrangeiros
-
Imprensa inglesa critica Tuchel após eliminação na Copa do Mundo
-
AIEA considera 'inaceitável' morte de engenheiro de usina nuclear da Ucrânia
-
Trump prepara batalha das legislativas com discurso à nação
-
UE impõe ao Google novas medidas para abrir o Android à concorrência
-
Reino Unido pede à Fifa investigação sobre faixa evocando as Malvinas na semifinal da Copa
-
Presidente eleito da Colômbia prevê abrir uma embaixada em Jerusalém
-
Por trás das ruínas, o paraíso dos surfistas que sobreviveu aos terremotos na Venezuela
-
EUA anuncia nova tarifa de 25% sobre produtos do Brasil, que promete acionar lei de reciprocidade
-
Copa do Mundo da América do Norte terá sua Finalíssima
-
Starmer é condecorado por Zelensky em sua última visita à Ucrânia como primeiro-ministro
-
Entre ameaças e ataques, guerra entre Irã e EUA se intensifica
-
Burnham pressionado a garantir paridade de gênero em seu futuro governo trabalhista
-
Arturo Pérez-Reverte, o escritor que sempre se lembra das guerras que cobriu
-
Parlamento da Ucrânia aprova Sergiy Koretsky como novo primeiro-ministro
-
Ator Sam Neill morreu vítima de pneumonia, afirma agente
-
EUA e Irã prosseguem com ataques e trégua está cada vez mais distante
-
Estados Unidos anunciam nova tarifa de 25% sobre produtos do Brasil, que promete acionar lei de reciprocidade
-
Messi mostra que ainda tem muito a dizer na Copa do Mundo
-
Keiko Fujimori propõe 'reconciliação' após década de instabilidade política
-
Imprensa argentina destaca vitória em 'duelo histórico' contra Inglaterra
-
Argentinos lotam as ruas após vitória sobre a Inglaterra em semifinal histórica
-
Guerra entre Irã e EUA se intensifica e trânsito de Ormuz fica paralisado
-
Nos pubs de Londres, da euforia à desolação em sete minutos
-
'É uma loucura jogar duas finais de Copa seguidas', diz Messi após vitória da Argentina
-
Jogadores da Argentina comemoram vitória com faixa reivindicando Ilhas Malvinas
-
'Continuem acreditando', pede Giuliano Simeone aos torcedores argentinos
-
'Não me arrependo', diz Tuchel sobre postura da Inglaterra contra Argentina
-
'Jogamos com a faca nos dentes', diz 'Dibu' Martínez após vitória sobre a Inglaterra
-
'Cair nesta fase é devastador', reconhece Kane
-
'Sonhei com isso', diz Lautaro Martínez sobre gol da vitória da Argentina
Israel e Hamas são incluídos em 'lista da vergonha' da ONU
Israel foi notificado nesta sexta-feira (7) sobre a sua inclusão na "lista da vergonha" da ONU sobre violações dos direitos das crianças durante conflitos, na qual também vão figurar os movimentos Hamas e Jihad Islâmica, indicaram fontes diplomáticas.
O secretário-geral da ONU publica um relatório anual que lista as violações dos direitos das crianças em cerca de 20 zonas de conflito em todo o mundo e identifica em um anexo os responsáveis por essas violações, a chamada “lista da vergonha”, que inclui casos de crianças mortas e mutiladas, recrutadas, sequestradas ou abusadas sexualmente.
Embora o próximo relatório deva ser divulgado até o fim de junho, o embaixador de Israel na ONU, Gilad Erdan, anunciou que o chefe de gabinete do secretário-geral o notificou sobre a inclusão de Israel na lista.
"Estou profundamente chocado e enojado com essa decisão vergonhosa do secretário-geral", diz Erdan em um vídeo de uma ligação telefônica que postou em sua conta na rede social X. “É uma decisão imoral, que ajuda o terrorismo e recompensa o Hamas”, acrescentou.
"Hoje, a própria ONU incluiu a si mesma na lista negra da História", reagiu no X o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. “Vocês sabem que o Exército israelense é o exército mais moral do mundo”, também disse Erdan.
O porta-voz de Guterres confirmou ter conversado com o embaixador israelense em uma habitual “ligação de cortesia” quando um país é incluído na lista. Uma fonte diplomática disse à AFP que o Hamas e a Jihad Islâmica, outro movimento armado palestino, também vão ser incluídos no documento.
- 'Completamente justificado' -
No ano passado, as Forças Armadas russas e os grupos armados “afiliados” a Moscou foram incluídos na “lista da vergonha” da ONU. No entanto, esse não foi o caso de Israel, para grande desânimo das organizações de direitos humanos que há anos pedem a sua inclusão.
"É algo completamente justificado" a inclusão de Israel neste ano, "ainda que isso devesse ter sido feito há muito tempo, como também as do Hamas e de outros grupos palestinos, disse à AFP Louis Charbonneau, da Human Rights Watch.
A ONU alertou em seu relatório de 2022 que Israel seria adicionado à lista se não houvesse nenhuma melhora.
O relatório do ano passado observou “uma redução significativa do número de crianças mortas pelas forças israelenses, inclusive em ataques aéreos”, entre 2021 e 2022. Mas a guerra entre Israel e o Hamas, desencadeada em 7 de outubro por um ataque sem precedentes do Hamas contra Israel - que matou 1.194 pessoas, a maioria civis, de acordo com uma contagem da AFP baseada em dados oficiais israelenses - mudou a situação.
Em resposta ao ataque de 7 de outubro, o Exército israelense lançou uma ofensiva mortal na Faixa de Gaza. Pelo menos 36.731 palestinos, a maioria mulheres e crianças, foram mortos, de acordo com o último relatório divulgado na sexta-feira pelo Ministério da Saúde de Gaza.
K.Brown--BTB